Nomeado o Júri do Prémio Crioestaminal

O processo de constituição do júri da 9.ª edição do Prémio Crioestaminal está concluído e conta com 28 jurados de 12 países. Centrado na investigação biomédica e com o número recorde de 97 candidaturas, o Prémio Crioestaminal atribui 20.000€ ao projeto que vencer a avaliação do júri constituído por cientistas nacionais e internacionais.

Harvard Medical School (EUA), Gottingen Graduate School for Neurosciences, Biophysics and Molecular Biosciences (Alemanha), VIB‐KU Leuven Center for Brain & Disease Research, Laboratory for the Research of Neurodegenerative Diseases, K.U. Leuven (Bélgica) Institut Pasteur (França), National Heart and Lung Institute (Reino Unido), Instituto de Física da Universidade de São Paulo (Brasil), Universidade de Bilkent (Turquia), Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Espanha) e Centro de Química-Física Molecular do Instituto Superior Técnico (Portugal) são alguns dos centros de investigação a que pertencem os jurados da 9.ª edição do Prémio Crioestaminal. Conheça a lista completa de jurados aqui

Tal como em anos anteriores, a edição deste prémio, cujo vencedor será conhecido em maio de 2017, decorre de uma parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência e visa apoiar cientistas que pretendam realizar projetos pioneiros na área da Biomedicina em Portugal. É dirigido a investigadores portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham realizar um projeto de investigação autónomo sob sua responsabilidade numa instituição portuguesa.

Ao longo dos anos, o Prémio Crioestaminal distinguiu projetos de investigadores como Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), ambos do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010).

“O número extraordinário de candidaturas à 9.ª edição do Prémio Crioestaminal é o claro sinal de que Portugal não está parado no que diz respeito à investigação biomédica. Este prémio propôs-se, desde que em 2005 foi lançado, ser precisamente um estímulo à investigação . Contar com um júri prestigiado e oriundo de geografias tão diversas é, aliás, uma forma de também promover e credibilizar o rigoroso trabalho científico desenvolvido em Portugal”, salienta André Gomes, CEO da Crioestaminal.

Leonor Saúde , Vice-Presidente da Associação Viver a Ciência, destaca que “este prémio é uma importante fonte de financiamento para uma fase particularmente crítica do percurso de um cientista: a altura em que se começa a liderar os primeiros projetos de investigação para os quais nem sempre é fácil encontrar fontes de financiamento. O número elevado de candidaturas significa que a nossa comunidade científica está muito dinâmica e cheia de ideias.”Júris Crioestaminal 2016_final

O regulamento da 9.ª Edição do Prémio Crioestaminal está disponível para consulta aqui