Opinião dos Médicos

A utilização das células estaminais é defendida por muitos médicos e a partilha das suas experiências com conhecimento de causa é uma mais valia na fundamentação da validade da prática da Criopreservação.

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testemunhos

Como  profissional, cuja missão é preservar a vida e combater a doença, acredito na utilização das células estaminais, como potente arma, já de grande utilidade, que promete vir a ser uma prática diária e comum no futuro. Tenho sobretudo grande esperança na regeneração celular, desde a sua utilização na cicatrização de feridas, que já é uma realidade, até à regeneração de tecidos de órgãos vitais, que neste momento já se resolvem com transplantes, mas com todas as limitações relacionáveis com as compatibilidades, e escassez de órgãos. Será uma grande conquista para a humanidade, se conseguirmos regenerar um órgão, de forma a não precisarmos de o substituir com um transplante, ou conseguir esse órgão produzido em laboratório,a partir das células estaminais (quantos seres humanos esperam anos por um órgão compatível, às vezes, morrendo antes de o conseguirem).

Dr.ª Matilde Cordeiro

 Criopreservação, diferenciação, renovação, reparação, são termos transportados no trilho da ESPERANÇA em direcção á cura.

Dr.ª Fernanda Caiano Pina

Atendendo a que a nossa longevidade vem gradualmente aumentando, a probabilidade de virmos a padecer, não só de doenças oncológicas como da falência de algum órgão, é cada vez maior, a importância da criopreservação de células estaminais em quantidades relativamente grandes e com morbilidade desprezível é cada vez mais relevante, tenhamos nós o engenho e arte de as sabermos manipular. É todo um admirável mundo novo à nossa disposição.

Dr. Luis Carvalho

As células estaminais do cordão umbilical são um recurso de enorme valor terapêutico. Como obstetra e mãe, acredito que estas células não devem ser desperdiçadas naquele momento único que é o parto, devendo ser guardadas em bancos familiares ou doadas para bancos públicos. A par das doenças já hoje tratáveis, existe um número impressionante de estudos clínicos a decorrer em áreas como a paralisia cerebral, o autismo ou a diabetes. Acredito que o futuro será promissor nas respostas que alguns desses estudos trarão às doenças que hoje ainda não têm um tratamento eficaz.

Dr.ª Marcela Forjaz
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