Perguntas Frequentes

Esclareça aqui as suas dúvidas sobre as células estaminais, a
criopreservação e a Crioestaminal

As mais comuns

Em caso de interrupção de atividade, as amostras guardadas na Crioestaminal estão protegidas através de um acordo de backup com o banco Vindon Cryobank. A Crioestaminal é o único banco de criopreservação em Portugal a celebrar um acordo de backup com uma empresa autorizada para assegurar a manutenção das células estaminais. No caso, remoto, de interrupção de atividade da Crioestaminal, as amostras de células estaminais serão transferidas para o Vindon Cryobank em Nottingham na Inglaterra, sem custos adicionais para os pais.

Em algumas situações clínicas o uso autólogo de células estaminais (células estaminais do próprio) não é recomendado. Quando por exemplo uma criança apresenta uma doença genética, como a anemia falciforme, não deverá usar as suas próprias células. Em alguns tipos de tumores, como algumas formas de leucemias que ocorrem nos primeiros anos de vida, o surgimento tão precoce de tal doença pode indicar uma componente genética da mesma. Por outro lado, para doenças adquiridas que não tenham uma componente genética, dispor de uma fonte de células estaminais autólogas “saudáveis” poderá ser útil. Já foi utilizado sangue do cordão umbilical autólogo em anemia aplástica adquirida e em tumores sólidos como neuroblastoma e retinoblastoma.

O transplante autólogo com células estaminais do sangue do cordão umbilical tem a vantagem de não apresentar risco de doença do enxerto contra hospedeiro (um dos riscos mais graves após transplantação).

As células do sangue do cordão umbilical apresentam um enorme potencial para serem usadas em medicina regenerativa e nestes casos as aplicações autólogos serão as preferenciais. Estima-se que no futuro um grande número de pessoas possa vir a beneficiar de aplicações das células estaminais na área da medicina regenerativa. Na área da medicina regenerativa a utilização de sangue do cordão umbilical autólogo em crianças com diabetes tipo 1 e paralisia cerebral (mais de 200 casos) tem contribuído para aumentar o número de aplicações.

De acordo com investigação recente, a probabilidade de uma pessoa , ao longo da sua vida, poder vir a fazer um transplante autólogo (com células do próprio) em algum dos tratamentos que atualmente se fazem com células estaminais hematopoiéticas é de cerca de 1:450. Por outro lado, a probabilidade de uma pessoa vir a precisar de um transplante hematopoiético autólogo ou alogénico (com células do próprio ou de um dador) ao longo da sua vida é de 1:200.

Estas estimativas ainda não incluem as aplicações emergentes em áreas como a paralisia cerebral e a diabetes tipo 1. Estima-se que o progresso contínuo nos tratamentos médicos venha a aumentar em muito a probabilidade de uso das células estaminais do sangue do cordão umbilical ao longo da vida.

 

Os dados científicos existentes mostram que as células estaminais do sangue do cordão umbilical armazenadas por vinte e três anos têm as mesmas características que tinham aquando do seu armazenamento. Mas, à semelhança de outras células e tecidos, é provável que as amostras se possam manter criopreservadas por períodos bastante mais longos.

O tecido do cordão umbilical é rico em células estaminais mesenquimais, podendo assegurar células para eventuais tratamentos futuros. Estas células poderão vir a ser utilizadas em simultâneo com transplantes hematopoiéticos, com o objetivo de reduzirem as complicações associadas aos transplantes alogénicos, aumentando a probabilidade de sucesso dos mesmos.

As células mesenquimais também estão a ser estudadas em diversos ensaios clínicos e poderão vir a ser úteis no tratamento de várias doenças. Para saber mais visite: http://www.crioestaminal.pt/celulas-estaminais/

Sim. O laboratório da Crioestaminal está aberto aos domingos e feriados para garantir que o sangue do cordão umbilical é processado no mais curto espaço de tempo e assim garantir que as células estaminais mantêm todas as suas características originais.

As células estaminais armazenadas poderão ser utilizadas uma ou mais vezes, tendo em conta vários fatores , nomeadamente, a massa corporal, o peso do doente, a gravidade da doença e estádio da mesma, o número de células que foi possível recolher e armazenar e a própria evolução da técnica. Segundo vários artigos científicos, a taxa de sucesso de transplantes de sangue do cordão umbilical é mais elevada quando o transplante é efetuado com um maior número de células estaminais. Por isso, o mais provável é o médico terapeuta aplicar a totalidade das células para não correr riscos de recaídas ou do tratamento não ser bem sucedido. No entanto, depende mais uma vez, do tipo de doença, da amostra e do protocolo clínico usado pelo centro de terapia.
No futuro, prevê-se que seja possível proceder à expansão (multiplicação) destas células em laboratório, ou seja, aumentar o seu número. Quando esta técnica estiver disponível, o recurso deixa de ser tão escasso, podendo recorrer-se às células armazenadas várias vezes, caso seja necessário.

A Crioestaminal é a opção mais segura para guardar as células estaminais pela experiência, rigor e tecnologia que oferece aos pais e aos filhos.

A Crioestaminal foi a empresa pioneira na criopreservação de células estaminais do cordão umbilical e, desde da sua fundação em 2003, já acompanhou mais de 70.000 pais na criopreservação do sangue e tecido dos seus filhos. A par do armazenamento, a Crioestaminal já disponibilizou 8 amostras para 13 transplantes. Esta experiência distingue a Crioestaminal dos demais bancos existentes em Portugal.

O rigor dos processos e métodos de trabalho da Crioestaminal é comprovado pela acreditação da AABB, uma entidade internacional que certifica bancos de sangue do cordão a nível mundial. A Crioestaminal é o único banco em Portugal que detém uma acreditação internacional, o que dá aos pais uma segurança adicional que as amostras são tratados com o maior rigor e que poderão ser usados para terapias em qualquer parte do mundo.

As tecnologias utilizadas pela Crioestaminal permitem aos pais optar por até quatro opções distintas de criopreservação de células estaminais, duas para o sangue do cordão umbilical e duas para o tecido do cordão umbilical. A conjugação destes fatores torna a Crioestaminal na empresa líder deste mercado em Portugal.

Laboratório

Depois do cordão umbilical do bebé ter sido clampado, cortado e desinfetado , e após a colheita do sangue do cordão umbilical, o profissional de saúde procede à colheita do maior fragmento de cordão umbilical possível, com um mínimo de 30 cm.
O fragmento do cordão umbilical é cortado e posteriormente deve ser feita a sua limpeza com um toalhete desinfetante , acompanhada de massagem suave para expulsão do sangue ainda existente no seu interior.
Depois, o cordão umbilical é colocado num recipiente próprio, devidamente identificado, sendo enviado para o laboratório da Crioestaminal, juntamente com o sangue do cordão umbilical, e o sangue materno, na bolsa hermética que faz parte do kit de colheita.
A colheita de tecido do cordão umbilical é segura para a mãe e para o bebé, podendo ser feita após parto vaginal ou cesariana.

A Crioestaminal é uma empresa certificada pela norma ISO 9001 e encontra-se autorizada pelo Ministério da Saúde, através da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST), quer para o processamento e criopreservação do sangue do cordão umbilical, quer para o tecido do cordão umbilical.
Em 2010 tornou-se no único laboratório de criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical em Portugal acreditado pela Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB). Desta forma, passámos a fazer parte do restrito leque de quatro empresas europeias detentoras da acreditação da AABB. Esta acreditação certifica que os nossos processos se apresentam em conformidade com o estabelecido pela AABB no que diz respeito às fases de colheita, processamento, teste, distribuição e administração das células estaminais do sangue do cordão umbilical.
O laboratório de criopreservação de células estaminais da Crioestaminal foi construído tendo em conta os mais rigorosos padrões internacionais. Não foi descurado nenhum aspeto , nomeadamente no que se refere à qualidade e segurança das instalações e dos equipamentos. Ao nível dos equipamentos foi adquirida a tecnologia de ponta para o processamento do sangue do cordão umbilical e para o armazenamento das células estaminais, bem como, sistemas topo de gama para o tratamento e monitorização do ar atmosférico das salas (“Clean Rooms”), controlo de acessos, gravação de imagem (a funcionar 24 sobre 24 horas, 365 dias por ano), sistemas de estabilização de energia, backup energético (que entrará em funcionamento no caso de ocorrer uma falha de energia), enchimento automático dos recipientes de azoto com monitorização contínua e alarme à distância, sistema de deteção de incêndios em fase precoce e muito mais para garantir sempre os mais elevados padrões de qualidade e segurança no nosso serviço. Para além do cumprimento rigoroso das normas em vigor no que diz respeito à construção, instalação e segurança do laboratório, a Crioestaminal conta com uma equipa de profissionais altamente qualificados, doutorados, mestres e licenciados que asseguram o rigoroso funcionamento da sua atividade laboratorial, seguindo as normas e diretivas existentes relativas aos procedimentos técnicos de processamento, análise e criopreservação das amostras de sangue e tecido do cordão umbilical.

O acesso ao laboratório é bastante restrito. Apenas os funcionários autorizados têm acesso à unidade de criopreservação. Por outro lado, está implementado um rigoroso sistema de vigilância e deteção de intrusão e deteção precoce de incêndio.

Antes das células estaminais do sangue ou do tecido do cordão umbilical serem criopreservadas é feito um rigoroso controlo de qualidade.
À chegada ao laboratório as amostras são pesadas para aferir a quantidade de sangue e tecido do cordão disponíveis. De seguida as amostras são processadas e posteriormente faz-se a quantificação das células estaminais hematopoiéticas (no caso do sangue do cordão umbilical) e das células mesenquimais (no do tecido do cordão), e é testada a viabilidade celular (número de células vivas).São também feitos testes para saber se as amostras sofreram algum tipo de contaminação bacteriológica durante e após a recolha. São igualmente feitas análises por PCR e por Serologia ao plasma do sangue materno, assegurando em definitivo o estado da amostra no que diz respeito a eventuais contaminações com CMV, Sífilis, HBV , HCV e HIV I/II.

Outras perguntas

O sangue do cordão umbilical é colhido depois do bebé nascer. Os procedimentos normais dos profissionais de saúde que assistem ao parto não se alteram em nada até à clampagem do cordão umbilical, independentemente de os pais pretenderem ou não que seja feita a colheita de sangue do cordão umbilical.
Durante o parto, os profissionais de saúde avaliam continuamente o bem-estar da mãe e do bebé e esse bem-estar será, sempre, naturalmente prioritário. Na esmagadora maioria dos casos, quando o parto decorre com toda a normalidade, a colheita de sangue de cordão é um procedimento simples e seguro, e evita que um bem único seja descartado como lixo biológico.

Se, no entanto, surgirem problemas ou situações mais complicadas, em que seja preciso dar assistência à mãe ou ao bebé, não se faz a colheita de sangue do cordão umbilical.

Esta colheita pode ser realizada “in utero” (antes da expulsão da placenta) ou “ex utero” (após a expulsão da placenta), com eficiência semelhante, desde que não passe demasiado tempo após a clampagem do cordão umbilical.

As células estaminais mesenquimais são células que têm a capacidade de se autorrenovarem e diferenciarem em várias linhagens, como cartilagem, osso e tecido adiposo, entre outras, podendo reparar diferentes tipos de tecidos que se encontrem danificados. Para além disso, como modulam a resposta imune (reação do sistema imunitário a um corpo estranho) poderão vir a ser utilizadas em simultâneo com transplantes hematopoiéticos, para ajudar a reduzir as complicações associadas aos transplantes.

Por serem capazes de modular a resposta imune, as células mesenquimais podem ser utilizadas em simultâneo com transplantes hematopoiéticos, com o objetivo de reduzirem as complicações associadas aos transplantes alogénicos, aumentando a probabilidade de sucesso dos mesmos. Estudos recentes relatam a utilização experimental destas células em pacientes com a doença do enxerto contra hospedeiro, Lúpus e Esclerose Múltipla. Apesar da utilização das células mesenquimais do tecido cordão se encontrar em fase experimental, o potencial terapêutico das células mesenquimais do tecido cordão poderá estender-se a outras doenças, tais como diabetes tipo 1 e outras doenças autoimunes .

Por vezes, o volume de sangue do cordão umbilical recolhido não é suficiente. No caso do tecido, também poderá acontecer que não haja quantidade suficiente. Para além do volume recolhido, existem outros fatores que condicionam o número de células presentes na amostra de sangue, nomeadamente, o tempo em que é efetuada a clampagem do cordão umbilical após o nascimento do bebé. Quanto mais rápida for a clampagem, maior será o número de células estaminais recolhidas. Uma leitura cuidadosa das instruções de recolha aumenta significativamente as hipóteses de sucesso. Relativamente ao cordão, existem características inerentes ao próprio tecido, nomeadamente a sua composição ou o seu tamanho, que condicionam o número de células mesenquimais isoladas do cordão umbilical. No entanto, a criopreservação tem uma taxa de sucesso superior a 95%.

Segundo vários artigos científicos, a taxa de sucesso de transplantes de sangue do cordão umbilical é mais elevada quando o transplante é efetuado com um maior número de células estaminais (a Crioestaminal disponibiliza aos seus clientes informações relativas ao volume de sangue recolhido ao número de células totais nucleadas criopreservadas e ao número de células estaminais/progenitoras hematopoéticas, CD34+ criopreservadas). Quando o número de células estaminais CD34+ presente na amostra é demasiado baixo para transplantação, as células são criopreservadas para, no caso de ser possível, serem expandidas no futuro. Se a amostra não estiver em ótimas condições, as células não serão criopreservadas. Neste caso, não serão cobradas as Taxas de Processamento e Armazenamento correspondentes à segunda fase do serviço.

Passados os anos de criopreservação contratados, o dador/ proprietário das células estaminais guardadas, então já adulto, receberá uma carta na qual será questionado acerca do prolongamento da criopreservação da sua(s) amostra(s) de células estaminais. Em caso afirmativo, será cobrada uma taxa adicional pelo período adicional contratado.

À medida que o tempo passa, as células estaminais envelhecem, tal como o resto do corpo. No indivíduo adulto as células estaminais, vão perdendo dinâmica: têm menor capacidade para proliferação e diferenciação. Por isso, se se pretender guardar as células estaminais, estas devem ser colhidas quando a pessoa é jovem. O cordão umbilical constitui a melhor oportunidade para colher células estaminais jovens e vitais em grande número e em maior variedade do que ao longo da vida. Células estaminais mais jovens são mais facilmente expandidas e mais facilmente diferenciáveis.

As amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical devem ser transportados para o laboratório à temperatura ambiente. No entanto o kit de colheita, no qual as amostras se encontram, tem um dispositivo de controlo de temperatura que garante que as amostras se mantêm no intervalo de temperatura aconselhado até ao processamento.

No caso da amostra de sangue ou tecido do cordão umbilical não ser colhida, cessam todas as obrigações dos pais para com a Crioestaminal. No entanto, não podemos devolver o valor até aí cobrado, uma vez que o mesmo se refere ao pagamento do kit, ao transporte do kit e a despesas administrativas.

Normalmente, quanto maior o volume de sangue do cordão umbilical recolhido maior será o número de células estaminais que poderão ser criopreservadas.

Pagamento

Fundo Criopreservação

Convide os seus familiares e amigos a ajudá-lo a criopreservar as células estaminais do seu filho.

Para isso, só tem de criar o seu Fundo Criopreservação. Trata-se de um fundo para qual os seus familiares e amigos podem fazer depósitos de modo a possibilitar a adesão ao serviço de criopreservação. As contribuições acumulam até ao momento do parto e, no final, o valor total do fundo será descontado ao preço da Solução de Criopreservação escolhida.

Para beneficiar desta opção tem de aderir a uma das Soluções e informar a Crioestaminal que quer utilizar o Fundo Criopreservação. Pode fazê-lo através do número 808 267 326 ou enviando um email para info@crioestaminal.pt.

Depois só tem de informar todos os seus familiares e amigos sobre a existência desta possibilidade, com a informação necessária para fazer um depósito.

Criar Fundo*

Mais Info:

O que é?

O Fundo Criopreservação é uma opção facilitadora de acesso às diferentes soluções da Crioestaminal, possibilitando que familiares e amigos vos ajudem a guardar as células estaminais do vosso bebé, contribuindo financeiramente até ao valor do serviço que pretendem realizar.

Como os seus amigos podem contribuir?

Ao criar o Fundo Criopreservação, poderá enviar aos seus familiares e amigos uma mensagem de e-mail para solicitar a contribuição.

Ao receberem o vosso e-mail, os vossos familiares e amigos terão acesso a um endereço electrónico (link), no qual deverão indicar os vossos dados e o montante da contribuição pretendida.

Será emitida de imediato uma referência multibanco, de modo a que os vossos familiares e amigos possam efetivar a contribuição.

Como sabemos quem contribuiu e qual o montante acumulado?

Ao longo de todo o processo poderão consultar todos os pormenores do vosso Fundo na área de clientes, tendo informação dos familiares e amigos que já contribuíram, do valor das contribuições efetuadas e das contribuições pendentes.

O que acontece se não atingirmos o valor da solução que pretendemos fazer?

Caso as contribuições efetuadas não totalizem o valor do serviço, existem duas opções: os Pais asseguram o montante em falta, avançando o processo normalmente ou o valor acumulado no Fundo Criopreservação será restituído na totalidade aos Pais.


* A constituição do fundo requer a adesão prévia ao serviço de criopreservação

Ao solicitar o envio do kit de recolha de sangue e tecido do cordão umbilical terá de pagar 140 euros que custeiam o kit, o seu transporte e as despesas administrativas. Se por algum motivo não proceder à recolha do sangue e do tecido do cordão umbilical, não terá quaisquer outras obrigações perante a Crioestaminal. A 2ª prestação do serviço é cobrada apenas quando as amostras são criopreservadas com sucesso.

Sim, os testes serológicos e por PCR para despiste dos agentes infeciosos HIV I/II, CMV (IgM), Sífilis (VDRL), Hepatite B e C, realizados à amostra de sangue materno colhida na altura do parto estão incluídos no preço inicial.

O valor a cobrar pelo prolongamento do período de armazenamento após tempo contratado será atualizado de acordo com os coeficientes de desvalorização da moeda, publicados anualmente.
Chegado o final do contrato o jovem adulto que tem as sua(s) amostra(s) guardadas na Criestaminal será contactado no sentido de optar por alargar o período de armazenamento mediante as condições da altura.

Se, por qualquer motivo, as células estaminais não puderem ser armazenadas, apenas será cobrado o valor do Criokit (140 euros). A segunda prestação do serviço não será cobrada.

Qualidade e Acreditação

Sim. O Criokit tem o registo SCI/001/10 do INFARMED.

A Crioestaminal é autorizada pela Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST), um serviço central do Ministério da Saúde.
A ASST tem por objetivo “fiscalizar a qualidade e segurança da dádiva, colheita, análise, processamento, armazenamento e distribuição de sangue humano e de componentes sanguíneos, bem como garantir a qualidade da dádiva, colheita, análise, manipulação, preservação, armazenamento e distribuição de órgãos, tecidos e células de origem humana”, regulando estas atividades em Portugal, garantindo deste modo a qualidade do serviço prestado pela Crioestaminal.

Trata-se de uma norma internacional que estabelece requisitos para a gestão de um sistema de qualidade. Uma empresa certificada por esta norma evidencia ter desenvolvido um sistema de gestão onde são controlados todos os seus processos, proporcionando um serviço cada vez melhor aos seus clientes e trabalhando no sentido de aumentar continuamente o seu grau de satisfação.

A TÜV Rheinland é uma multinacional de origem alemã que presta serviços de inspeção e certificação de entidades. A TÜV gere-se por princípios de independência, imparcialidade e inovação. A TÜV atribuiu à Crioestaminal a certificação de Sistema de Gestão de Qualidade segundo a norma NP EN ISO 9001:2008.

Em Portugal, e na Península Ibérica, apenas a Crioestaminal é acreditada pela AABB, fazendo parte do restrito grupo de apenas quatro empresas de criopreservação de células estaminais em toda a Europa a ter conquistado este certificado.

A acreditação da AABB certifica que os nossos processos se apresentam em conformidade com as normas estabelecidas pela AABB no que diz respeito às fases de recolha, processamento, criopreservação, análise e distribuição das células estaminais do sangue do cordão umbilical.
Esta acreditação representa a mais importante distinção ao nível da qualidade que um laboratório de criopreservação de células estaminais pode obter. Para conquistar esta acreditação os bancos de criopreservação têm que obedecer a rigorosos critérios de qualidade e são sujeitos a uma avaliação feita por especialistas da AABB.

A AABB é a Associação Americana de Bancos de Sangue, uma das duas entidades a nível mundial (juntamente com a FACT – Foundation for the Accreditation of Cellular Therapy) que estabelece e define critérios de qualidade específicos para o processamento e armazenamento de células estaminais do cordão umbilical.

As amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical dos nossos clientes são analisadas à chegada ao nosso laboratório, durante o processamento da amostra e no final do mesmo. Depois, são congeladas e criopreservadas sendo descongeladas apenas se houver necessidade de resgate. Durante o tempo em que se encontram criopreservadas as amostras não são analisadas.
No entanto, são realizados mensalmente testes de viabilidade celular em amostras de sangue do cordão umbilical que designamos por “amostras teste”, que resultam de doações de alguns pais que não pretendem fazer criopreservação. Estas amostras teste são processadas e armazenadas nas mesmas condições que as amostras dos nossos clientes e são descongeladas periodicamente. Assim, os testes de controlo de qualidade do processo de criopreservação são efetuados em amostras de sangue do cordão umbilical que nunca serão usadas para fins clínicos, não pondo em risco as amostras dos nossos clientes, mas mimetizando as condições que estas se encontram ao longo do período de armazenamento.

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