O futuro guarda muitos milagres
A Crioestaminal lançou recentemente uma campanha com o objetivo de sensibilizar o público para a grande importância de guardar as células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical.

Em mais de 85% dos partos em Portugal o cordão umbilical continua a ser descartado (ou seja, a ir para o lixo) e as células estaminais nele contidas são perdidas para sempre. É importante mudar esta atitude!

Estudos científicos demonstram que a probabilidade de uma pessoa vir a necessitar de um transplante com células estaminais ao longo da vida é de 1:200 e, hoje, são já mais de 80 as doenças que podem ser tratadas com recurso às células estaminais do sangue do cordão umbilical.

Desde o primeiro transplante em 1988, já foram feitos mais de 25.000 transplantes com sangue do cordão umbilical e, tendo em conta a existência de mais de 3.000 ensaios clínicos com células estaminais, é certo que a importância destas células no tratamento de doenças irá aumentar ainda mais no futuro.

Se todas as famílias optarem por guardar as células estaminais no momento do parto serão cada vez mais as crianças e adultos que poderão beneficiar desta opção. Que passe a ser tão normal guardar as células do sangue do cordão umbilical como, por exemplo vacinar as crianças. É um caso de saúde pública. É a nossa causa.

Queremos garantir que não seja desperdiçado um recurso com tanto valor – seja ele guardado num banco privado ou público!

O futuro guarda muitos milagres.

subscrever newsletter

Porque é que as células
estaminais são importantes?

A vida humana é um extraordinário milagre, daqueles que nos continua a maravilhar em cada bebé que nasce. A esse, inexplicável, junta-se outro, explicado pela ciência: o das células estaminais do sangue do cordão umbilical.
Pelas suas características especiais estas células podem ser hoje usadas para o tratamento de 81 doenças, das quais fazem parte a leucemia, anemia, linfomas, aplasias medulares, imunodeficiências e doenças metabólicas. Para além destas e de outras doenças, novas possibilidades são descobertas todos os dias, resultantes dos mais de 3.000 ensaios clínicos com células estaminais que estão a decorrer neste momento. Hoje são 81, amanhã serão muito mais
Mais info - Células Estaminais
Porque é que as células estaminais são responsáveis pelo nosso bem-estar?
> As células estaminais
Video As células estaminais
+ videos
"Têm aparecido nos últimos anos vários estudos promissores testando o seu campo terapêutico autólogo em doenças anteriormente sem tratamento (Diabetes tipo 1 e Paralisia cerebral)."
Doutor David Ferreira,
Responsável Médico da Crioestaminal

Porquê recolher as células
estaminais no momento do parto?

Existe 1 hipótese em 200 de ser diagnosticada ao seu filho ao longo da vida uma doença, cujo tratamento pode estar na células estaminais do sangue do cordão umbilical. Desde a data do primeiro transplante com células de sangue do cordão umbilical em 1988, foram já realizados mais de 25.000 transplantes, e hoje, especialmente nos países mais desenvolvidos, os transplantes com células estaminais do sangue do cordão umbilical já ultrapassaram os de medula óssea. Adicionalmente, a utilização das células mesenquimais do tecido do cordão umbilical pode reduzir as complicações associadas aos transplantes, aumentando a probabilidade de sucesso dos mesmos. Mas para garantir estas possibilidades é importante não perder o momento único e irrepetível para a colheita destas células de esperança: o parto. O processo é indolor e sem risco para o bebé ou para a mãe e as células são guardadas em local seguro, estando disponíveis por 25 anos.
Mais info - Criopreservar
> O nosso laboratório
O nosso laboratório

Porquê escolher
a Crioestaminal?

Veja aqui o testemunho das nossas familias
Planos de preços + serviços
> O processo de criopreservação
video - O processo de criopreservação
+ videos

Como funciona todo o processo?

A Crioestaminal oferece diferentes opções de acordo com as necessidades de cada família.
ADQUIRIR O CRIOKIT
Deve aderir ao serviço de criopreservação até dois meses antes do parto. Para isso, pode adquirir o Criokit através da Crioestaminal ( aqui ou Nº Verde 808 26 73 26) ou numa farmácia. Se estiver a menos de dois meses, entre em contacto connosco.

O Criokit inclui todo o material necessário para a colheita do sangue e do tecido do cordão umbilical, sendo posteriormente entregue no laboratório de criopreservação da Crioestaminal onde as amostras serão processadas.
PREPARAR A CRIOPRESERVAÇÃO
Após a receção do Criokit, a grávida deve enviar o "Questionário para avaliação clínica – Consentimento informado" e o exemplar do "Contrato" devidamente preenchido, até 30 dias antes do parto.
O GRANDE DIA!
Imediatamente a seguir ao nascimento do bebé e antes da expulsão da placenta, a equipa médica faz a colheita do sangue e do tecido do cordão umbilical, caso os pais assim o desejem.


Após o parto, os pais devem
contactar-nos para agendarmos a recolha do CrioKit com a empresa transportadora que o fará chegar ao nosso laboratório de criopreservação.
CHEGAM OS RESULTADOS
Os pais serão informados do resultado da criopreservação das células estaminais após a amostra ter sido processada e analisada. Se a amostra for criopreservada, procede-se ao envio da fatura. No caso da amostra não cumprir os critérios de modo a poder vir a ser utilizada futuramente, esta não é criopreservada, sendo os Pais devidamente informados, e não tendo neste caso de proceder a nenhum pagamento adicional.

Posteriormente, a família recebe o Certificado de Armazenamento, no qual segue a informação relativa à amostra.

As células estaminais são conservadas por um período de 25 anos, de acordo com a decisão dos pais e podem ser solicitadas em qualquer altura, mediante requisição médica.
Planos de preços + serviços
 
 
   
NA 2ª FASE:
O pagamento será efetuado, por débito direto, 2 dias após a chegada da amostra ao laboratório.
Campanha válida para novas adesões até 26 de maio.
Não acumulavel com outras promoções ou descontos, nem substitui outras campanhas em curso.
Valores com IVA incluído.
Descontos
Gémeos - Desconto de 50% na 2º Fase do serviço criopreservação do segundo bebé
945€ + 790€*
na criopreservação do Sangue ou Tecido do Cordão Umbilical
*Desconto de 50% sobre o valor de tabela (1.580€) aplicado na criopreservação da amostra do 2º bebé.

Caso ambas as amostras sejam criopreservadas com sucesso.
Nota: Os descontos não são cumulativos entre si.
Facilidades de pagamento
OPÇÃO 10x SEM JUROS
Poderá pagar o serviço, através de 10 prestações mensais, SEM JUROS, de acordo com a seguinte tabela:

Sangue + Tecido
1.695€
10X169,50€
Sangue + Tecido + BabyGene
1.995€
10X199,50€

Consulte aqui exemplos representativos e respetivas TAEG.
OPÇÃO PAGAMENTOS FASEADOS
Poderá pagar o serviço, através de pagamentos faseados, nas seguintes modalidades:

Sangue ou Tecido
945€
Desde 25,38€/mês
(para 48 mensalidades com TAEG a 14,0%)
Sangue + BabyGene
1.245€
Desde 33,04€/mês
(para 48 mensalidades com TAEG a 13,5%)
Sangue + Tecido
1.695€
Desde 37,63€/mês
(para 60 mensalidades com TAEG a 13,3%)
Sangue + Tecido + BabyGene
1.995€
Desde 47,07€/mês
(para 60 mensalidades com TAEG a 13,0%)

Consulte aqui as tabelas com todas as modalidades de financiamento e respetivas TAEG.
Babygene – Painel de suscetibilidade a fatores de risco
A Crioestaminal disponibiliza um painel de testes para o recém-nascido destinado a identificar risco (genético) de desenvolvimento de patologias bastantes frequentes e facilmente evitáveis.
Estas doenças desenvolvem-se quando existe predisposição genética e fatores ambientais. Logo, a identificação de uma variante genética não indica que o bebé terá inevitavelmente problemas de saúde, mas, permite adotar um modo de vida e rotinas que possam evitar a exposição a fatores de risco e, assim ajudar a prevenir o aparecimento da doença ou sintomas.


INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Afeta cerca de 15% da população e é provocada pela diminuição da atividade da Lactase, enzima que permite digerir a Lactose, um tipo de açúcar que se encontra no Leite e derivados. Esta patología caracteriza- se por dificuldades em digerir e absorver este açúcar no intestino originando gases, cólicas e eventualmente diarreia. Evitando a ingestão de determinados alimentos, nomeadamente, productos lácteos previne-se o parecimento de sintomas e o desenvolvimento de complicações para a saúde do bebé.

> Cuidados a ter

Limitar ou evitar a ingestão de produtos com leite e / ou derivados:
  • Todo o tipo de leite, gordo, meio - gordo, magro, em pó, evaporado, condensado, …
  • Nata, para bater ou cozinhar, Chocolates de leite, gelados e batidos
  • Queijo, requeijão, queijo fresco, queijo para barrar
  • Alimentos, sobremesas, pastelaria e molhos que contenham leite, ou derivados, na sua produção
  • Medicamentos que contenham lactose
  • O queijo curado, a manteiga, o leite próprio para intolerantes à lactose e os iogurtes podem consumir-se com moderação, pois a quantidade de Lactose presente é significativamente menor



INTOLERÂNCIA FRUTOSE

Consiste numa dificuldade de digerir a Frutose, um açúcar que se encontra essencialmente na fruta, devido à baixa atividade da enzima Aldolase B. Provoca problemas na absorção deste açúcar a nível do intestino, o que leva ao aparecimento dos sintomas mais comuns: gases, sensação de barriga inchada, cólicas abdominais e diarreia. Esta intolerância está presente em cerca de 2% da população e é fácilmente evitável através de adoção de uma dieta que exclua determinados alimentos que possam conter frutose.

> Cuidados a ter

Todos os alimentos que contenham frutose não devem ser ingeridos:
  • Todas as frutas, ao natural ou preparadas, nos iogurtes, sobremesas, doces (especialmente os para diabéticos ou os dietéticos) e marmeladas, frutas cozidas, em assados ou secas, …
  • Alguns vegetais, como ervilhas, lentilhas, feijão branco, milho, pepino, soja, tomate, repolho, nabo, …
  • Todos os doces ou adoçantes que contenham fruta, frutose, sacarose ou sorbitol, Açúcar de mesa, mel, melaço, xaropes, chocolates, caramelos, gomas, gelados comerciais, …
  • Alimentos, sobremesas, pastelaria, sumos e molhos contenham fruta, frutose, sacarose ou sorbitol
  • Doces e adoçantes elaborados com Glucose (sem frutose, sacarose ou sorbitol) são permitidos



INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN (DOENÇA CELÍACA)

1 em cada 200 a 300 recém nascidos possuem intolerância ao Glúten, uma proteína presente no trigo e outros cereais. Quando ingerida ocorre inflamação do intestino e dano das vilosidades coriónicas (local onde ocorre a absorção de nutrientes), dores abdominais e diarreia, podendo originar problemas de subnutrição que se refletem no desenvolvimento e crescimento do bebé. Alimentos contento glúten devem ser totalmente evitados pelos doentes celíacos.

> Cuidados a ter

Pessoas com Doença Celíaca devem ter uma dieta isenta de Glúten, não devem ingerir:
  • Pão e farinha de trigo, centeio, cevada ou aveia ou qualquer produto produzido com estas farinhas
  • Todo o tipo de massas, esparguete, macarrão, cuscuz, …
  • Bolos, doces e salgados, bolachas e pastelaria em geral
  • Chocolates, salvo indicação em contrário do produtor
  • Infusões, bebidas (ex: cerveja) ou alimentos preparados com cereais (malte, cevada, trigo, …)
  • Alguns alimentos podem conter quantidades residuais de Glúten (ex: enchidos, charcutaria, patés, queijo fundido, doces, etc.) não devendo ser ingeridos. Existem papas próprias sem Glúten para os Bebés



SENSIBILIDADE AO FERRO (HEMOCROMATOSE)

A Hemocromatose é caracterizada pelo armazenamento em excesso de ferro no organismo. Esta sobrecarga de ferro nos órgãos pode originar cirrose (fígado), problemas cardíacos, falência dos orgãos e cancro. Esta patología pode ser hereditária, sendo uma das patologias genéticas mais comuns (incidência de 10%), ou adquirida, através de transfusões de sangue, por exemplo. Para evitar a sobrecarga de ferro, as pessoas com predisposição genética, devem adotar hábitos nutricionais e de saúde específicos.

> Cuidados a ter

Pessoas com predisposição genética para acumulação de Ferro têm de tomar alguns cuidados:
  • Não devem ingerir suplementos vitamínicos com ferro ou vitamina C
  • Devem vacinar-se contra as Hepatites A e B
  • Os adultos devem evitar o consumo de álcool e de marisco cru
  • Em certos casos deve limitar-se a ingestão de verduras (nomeadamente os ricos em ferro, ex: espinafres) e fígado de animais
  • As pessoas portadoras de 2 ou mais mutações, possuem risco acrescido, devendo ser acompanhadas clinicamente e realizar análises regulares (a partir dos 30 anos, nos homens, e dos 40 anos, nas mulheres)



SENSIBILIDADE AOS RAIOS ULTRA-VIOLETA (UV)

A radiação UltraVioleta, emitida pelo sol, provoca alterações na produção de Melania. Esta proteína, sintetizada ao nivel da pele, atua como barreira protetora prevenindo queimaduras solares, envelhecimento precoce e mesmo o aparecimento de cancro de pele (melanoma). Existe uma associação direta entre o início e tempo de exposição ao Sol e o risco de desenvolvimento deste cancro. Devem ser adotados cuidados adicionais com as as crianças que possuam maior sensibilidade aos UV.

> Cuidados a ter

Nas crianças/pessoas com maior variantes devem adotar-se alguns cuidados:
  • Usar protetor solar desde a infância, com um índice mínimo de 30 (mesmo que esteja nublado)
  • Colocar protetor 1 hora antes da exposição ao sol e repetir a sua colocação cada 2 horas
  • Evitar a exposição prolongada ao sol e nas horas de maior intensidade (11 e 17 horas)
  • Usar chapéu ou boné e roupa específica anti-UV ou tecidos resistentes e secos (a roupa molhada deixa passar os raios UV mais facilmente)
  • A pele das crianças é mais sensível aos raios UV, os cuidados devem ser redobrados. Bebés até 1 ano, pelo menos, não devem ser expostos directamente ao sol



SENSIBILIDADE PULMONAR E HEPÁTICA (DEFICIÊNCIA DE ALFA – 1 – ANTITRIPSINA)

A Alfa 1 Anti-Tripsina (AAT) é uma glucoproteína do sangue, que atua como inibidor de enzimas como a Tripsina, tendo um efeito protetor do tecido pulmonar a agentes agressores. O déficit de AAT, doença genética presente em 5 – 10% dos recém-nascidos, aumenta o risco de lesões hepáticas e/ou pulmonares com gravidade variável. Os portadores de variantes de risco devem adotar medidas preventivas específicas, para minimizar as complicações associadas a esta patologia.

> Cuidados a ter

Alguns hábitos podem ajudar a combater os problemas causados pela falta de AAT:
  • Nos bebés deve-se aumentar o período de amamentação
  • Deve-se tomar suplementos vitamínicos e antioxidantes
  • Adotar um plano de vacinas específicas (ex: gripe, pneumococos, …)
  • Evitar fumos e ambientes poluídos, os adultos devem evitar fumar (tabaco)
  • Não existe um tratamento específico para esta doença. O diagnóstico e tratamento atempado de infecções pulmonares, que podem agravar significativamente o estado de saúde destes doentes, é essencial



Vantagens Babygene:

  • Detetar precocemente alguma intolerância / sensibilidade e prevenir complicações graves
  • Realizar a análise sem risco ou dor para o Bebé, ao ser feita no SCU evita picar bebé posteriormente, aquando do aparecimento dos sintomas
  • Um resultado negativo permite ‘descartar’ os fatores genéticos previstos neste painel. Mesmo que a criança apresente um distúrbio digestivo / alimentar (intolerancia alimentar) o diagnóstico poderá ser mais rápido


Como funciona

  • Ao subscrever o serviço de criopreservação das células estaminais do Sangue do Cordão Umbilical, poderá optar pela realização do Painel BABYGENE, análises genéticas de susceptibilidade a fatores de risco
  • No Criokit encontrará uma Requisição + Consentimento Informado necessária para realizar este despiste genético, aconselhamos que a leia com atenção e que preencha e envie, em conjunto com a restante documentação, até 30 dias antes da data prevista para o parto
  • Quando a amostra chega ao Laboratório o Sangue do Cordão Umbilical é processado, e um pequeno volume da amostra (normalmente descartado após análise) é enviado ao CGC Genetics para análise
  • No espaço de 1 mês é obtido o resultado e enviado

A realização das análises deste Painel deverá ser sempre acompanhada pelo médico assistente e/ou pediatra do Bebé.