Blogue de Células Estaminais

Se procura uma opinião especializada e transparente sobre
as células estaminais, agora poderá seguir aqui o blogue da
Dra. Alexandra Machado, uma das mais conceituadas
especialistas em criopreservação de células estaminais
em Portugal.

Bancos Familiares e Bancos Públicos de Sangue do Cordão Umbilical – Porque faz sentido a sua coexistência

A coexistência de bancos públicos e familiares de armazenamento das células estaminais do sangue do cordão umbilical (SCU), colhidas no momento do parto, é uma realidade na maioria dos países desenvolvidos, onde estas duas estruturas se complementam. Quando se opta por fazer a criopreservação das células estaminais é importante perceber as diferenças entre bancos públicos e familiares. Nos bancos familiares são armazenadas amostras de SCU para uso no próprio (utilização autóloga) ou em familiares compatíveis (utilização alogénica relacionada), enquanto nos bancos públicos são guardadas amostras de SCU, doadas pelos pais, para serem utilizadas em transplantes alogénicos compatíveis, não relacionados (dador e recetor não têm laços de parentesco). (mais…)

O potencial das células estaminais do tecido do cordão umbilical

O cordão umbilical foi, durante muito tempo apenas considerado um excedente do parto, mas atualmente é visto como uma fonte de células estaminais com potencial terapêutico inestimável. Por um lado, o sangue que se encontra no interior do cordão umbilical é rico em células que permitem originar todos os elementos do sistema sanguíneo e imunitário – células estaminais hematopoiéticas – e, por outro, o tecido contém células estaminais com capacidade para dar origem a células de diferentes tecidos – células estaminais mesenquimais. (mais…)

Utilização de células estaminais do próprio

As terapêuticas à base de células estaminais permitem, atualmente, melhorar a qualidade de vida ou mesmo tratar um elevado número de pessoas em todo o mundo. Os transplantes hematopoiéticos (de medula óssea, sangue periférico ou sangue do cordão umbilical) dividem-se em 2 grupos: transplantes alogénicos, nos quais dador e recetor são indivíduos diferentes; e transplantes autólogos, em que dador e recetor são a mesma pessoa. (mais…)

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