Vale a pena guardar as células estaminais do segundo filho?

Quando chega a segunda gravidez, a maioria dos pais que optou por criopreservar a amostra de sangue do cordão umbilical (SCU) do primeiro filho, pondera se será necessário guardar também a amostra do segundo. É importante que os pais saibam que a nova amostra de SCU poderá ser útil quer para o próprio quer para um irmão desta criança. São vários os exemplos de casos de crianças que foram transplantadas com amostras de SCU de irmãos. O primeiro transplante de SCU foi realizado em 1988, em França, para tratar uma criança de 5 anos com Anemia de Fanconi (doença congénita causada por uma deficiência na medula óssea que impede a produção de células sanguíneas normais) com uma amostra de SCU de uma irmã compatível. O … Continuar a ler

Utilização Autóloga de Sangue do Cordão Umbilical em Crianças com Paralisia Cerebral

Desde 1988, altura em que se realizou, em Paris, o primeiro transplante de sangue do cordão umbilical, que esta fonte de células estaminais tem sido usada no tratamento de várias doenças.  Recentemente, o potencial das células do sangue do cordão umbilical tem vindo a ser testado em áreas da medicina, como a Diabetes Tipo 1 e Paralisia Cerebral, com resultados promissores. Desde Maio de 2009 que a Universidade de Duke, no estado norte-americano da Carolina do Norte, tem aceitado a inclusão de crianças portuguesas com paralisia cerebral num estudo liderado pela pediatra e investigadora Joanne Kurtzberg, que visa estudar a acção das células estaminais do cordão umbilical na recuperação de lesões cerebrais. A hipótese de que as células do sangue do cordão umbilical possam ter … Continuar a ler

O primeiro transplante com Células Estaminais guardadas num Banco Familiar português

Fez recentemente 6 anos que se realizou o 1º transplante de células estaminais do sangue do cordão umbilical em Portugal, com uma amostra guardada na Crioestaminal, revelando-se um transplante bem sucedido. O transplante de células estaminais criopreservadas realizou-se no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, em 2007, numa criança de 14 meses que sofria de Imunodeficiência Combinada Severa. Esta doença rara, caracterizada por deficiências no sistema imunitário, tornava a criança suscetível a infeções graves, recorrentes e potencialmente fatais. A solução, neste caso, passava por um transplante de células estaminais do sangue do cordão umbilical ou da medula óssea, tendo sido o primeiro a opção escolhida por se encontrar disponível uma amostra de sangue do cordão umbilical de um irmão compatível, guardada pela Crioestaminal, em … Continuar a ler