Células estaminais do tecido do cordão umbilical diminuem lesão neurológica em paralisia cerebral

A paralisia cerebral resulta de uma lesão neurológica que acontece geralmente durante a gestação ou na altura do nascimento e está associada a um amplo conjunto de sintomas, desde limitações físicas praticamente impercetíveis até alterações profundas a nível cognitivo. Atualmente a paralisia cerebral afeta cerca de dois a três em cada 1.000 recém‑nascidos, não existindo ainda uma solução eficaz para o seu tratamento. Os resultados de vários trabalhos de investigação divulgados nos últimos anos sugerem que a utilização de células estaminais pode vir a constituir uma opção de tratamento para atenuar os sintomas da paralisia cerebral. Para além do sangue do cordão umbilical, que tem demonstrado resultados promissores em ensaios clínicos, com dezenas de crianças com paralisia cerebral já infundidas, também o tecido do cordão … Continuar a ler

Resultados preliminares de um ensaio clinico de fase I com células estaminais para o tratamento de AVC

Os AVCs são a principal causa de morte e incapacidade permanente em Portugal e a terceira nos países desenvolvidos. É por isso importante apostar na prevenção e tratamento desta doença. Muita investigação tem sido desenvolvida nesta área e vários estudos, em laboratório e em animais, têm demonstrado que as células estaminais apresentam um elevado potencial no tratamento dos AVCs. Foram recentemente publicados os resultados preliminares de um ensaio clinico de fase I com o objetivo de determinar a eficácia, segurança e viabilidade do tratamento com células estaminais CD34+ em doentes com acidente vascular cerebral (AVC) isquémico agudo. Neste contexto, foi realizado no Reino Unido um ensaio clinico utilizando células estaminais para o tratamento de AVC. Foram recrutados 5 doentes entre os 45 e 75 anos … Continuar a ler