Multiplicação de células do sangue do cordão umbilical em laboratório permite aumentar número de células transplantadas

Desde o primeiro transplante, em 1988, o sangue do cordão umbilical tem-se afirmado como uma importante fonte de células estaminais para transplante hematopoiético, capaz de tratar doenças hemato-oncológicas, imunodeficiências, doenças metabólicas, entre outras. O maior desafio da transplantação de sangue do cordão umbilical prende-se com o número de células de algumas unidades, que poderá ser insuficiente para tratar doentes com maior peso corporal, o que habitualmente resulta num maior tempo de recuperação hematológica. Nestes casos, uma estratégia que tem vindo a ser utilizada com sucesso nos últimos 20 anos é a transplantação de duas unidades de sangue do cordão umbilical, em vez de uma só. Outra solução que tem vindo a ser investigada é a expansão – ou multiplicação – das células do sangue do … Continuar a ler