Células do sangue do cordão umbilical benéficas em doentes com COVID-19

Desde o final de 2019 que o mundo se vê a braços com a tarefa hercúlea de travar a evolução da COVID-19 e, apesar dos esforços de contenção por parte das autoridades e da intensa investigação científica nesta área, a pandemia não parece ter um fim à vista. Nos últimos meses, começaram a surgir evidências de que um pequeno conjunto de medicamentos já existentes pode ter efeito na redução da mortalidade em doentes com COVID-19. Para além de medicamentos, outras abordagens de tratamento, baseadas na administração de células, estão a ser testadas para o tratamento destes doentes. É atualmente consensual que a COVID-19 pode provocar uma “tempestade de citocinas”, decorrente da produção exagerada de moléculas pró‑inflamatórias, podendo causar síndrome de dificuldade respiratória aguda (ARDS, do … Continuar a ler

Tratamento experimental com células estaminais com resultados promissores em doentes com COVID-19

Um estudo recentemente publicado na revista científica Aging and Disease, mostra que as células estaminais mesenquimais (MSCs, do inglês, Mesenchymal Stem Cells) têm potencial para tratar a COVID-19.  O novo coronavírus (COVID-19), que inicialmente causou um surto da doença em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, já se espalhou pelo mundo inteiro, constituindo neste momento uma ameaça global. De acordo com o conhecimento atual, em cerca de 80% dos casos os sintomas desta doença podem ser ligeiros, mas em alguns doentes, a gravidade da COVID-19 pode mesmo conduzir à morte. Um dos mecanismos mais importantes subjacentes à deterioração dos doentes com COVID-19 é a tempestade de citocinas. Tempestade de citocinas é a designação dada à reação imunológica exacerbada que ocorre após um acentuado aumento … Continuar a ler