Células estaminais restauram fertilidade após quimioterapia

Em doentes do sexo feminino, um dos problemas que pode surgir após quimioterapia para tratamento do cancro é a alteração da função ovárica, com consequente perda de fertilidade. A quimioterapia pode causar danos, tanto nos ovócitos – as células que, juntamente com o espermatozoide, dão origem ao embrião – como nas células que os rodeiam e que desempenham um papel fundamental na sua maturação. Este processo pode originar insuficiência ovárica prematura. A ausência de ovulação característica desta doença leva a que estas mulheres se debatam com problemas de infertilidade. Uma metodologia inovadora, baseada na administração de células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical (UC-MSC), está a ser desenvolvida no sentido de restaurar a fertilidade em mulheres com insuficiência ovárica prematura. Vários estudos têm demonstrado … Continuar a ler

Aplicação de células estaminais nos ovários permite tratar Menopausa Precoce

Embora afete apenas 1% das mulheres com menos de 40 anos, a menopausa precoce é vivida intensamente pelas doentes que, desde novas, lidam com os sintomas e vêem-se impossibilitadas de engravidar. As novas estratégias desenvolvidas para restaurar a função ovárica nestas mulheres revelam-se promissoras. Falência Ovárica Prematura – O que é? A falência ovárica prematura, também conhecida como menopausa precoce, corresponde à perda de função ovárica em mulheres com menos de 40 anos e caracteriza-se pela ausência de menstruação e baixo nível de estrogénio no sangue. Embora esta doença afete apenas 1% da população feminina nesta faixa etária, acarreta, ainda assim, um impacto muito significativo na sua saúde e bem-estar. Quais as causas de Falência Ovárica Prematura? Vários fatores podem contribuir para o desenvolvimento desta … Continuar a ler