Jovem recupera de lesão neurológica após tratamento com células estaminais

Uma publicação recente na revista científica Cell Transplantation descreve o caso de um adolescente de 16 anos que, após ter sofrido lesões cerebrais na sequência de uma paragem cardiorrespiratória, conseguiu recuperar a sua qualidade de vida após ser tratado com células estaminais do tecido do cordão umbilical. A avaliação inicial do doente indicou a presença de lesões neurológicas, causadas pela falta de irrigação sanguínea e de oxigénio no cérebro aquando da paragem cardiorrespiratória, com graves consequências na sua qualidade de vida. Passados mais de 2 meses após este episódio, o jovem permanecia hospitalizado, não era capaz de respirar nem alimentar-se de forma independente e apresentava marcada espasticidade e grande dificuldade em seguir instruções simples. Na ausência de uma opção terapêutica eficaz, e tendo em conta … Continuar a ler

Crianças com paralisia cerebral tratadas com células estaminais do cordão umbilical

A paralisia cerebral é uma perturbação motora causada por uma lesão neurológica que geralmente acontece antes ou na altura do parto e estima-se que afete entre 2-3 por cada 1.000 recém-nascidos. Atualmente, alguns fármacos e fisioterapia são utilizados para o tratamento dos sintomas de paralisia cerebral, como rigidez muscular, fraqueza e descoordenação motora, no entanto estes têm demonstrado eficácia limitada. Uma nova abordagem terapêutica com potencial para alcançar melhores resultados neste contexto é a utilização de células estaminais mesenquimais (MSC, do inglês Mesenchymal Stem Cells). Pensa-se que estas células libertam substâncias que têm um efeito anti-inflamatório e que promovem a regeneração do tecido cerebral lesionado, podendo, desta forma, melhorar os sintomas associados à paralisia cerebral. As MSC podem ser isoladas, entre outras fontes, a partir … Continuar a ler

Células estaminais do tecido do cordão umbilical diminuem lesão neurológica em paralisia cerebral

A paralisia cerebral resulta de uma lesão neurológica que acontece geralmente durante a gestação ou na altura do nascimento e está associada a um amplo conjunto de sintomas, desde limitações físicas praticamente impercetíveis até alterações profundas a nível cognitivo. Atualmente a paralisia cerebral afeta cerca de dois a três em cada 1.000 recém‑nascidos, não existindo ainda uma solução eficaz para o seu tratamento. Os resultados de vários trabalhos de investigação divulgados nos últimos anos sugerem que a utilização de células estaminais pode vir a constituir uma opção de tratamento para atenuar os sintomas da paralisia cerebral. Para além do sangue do cordão umbilical, que tem demonstrado resultados promissores em ensaios clínicos, com dezenas de crianças com paralisia cerebral já infundidas, também o tecido do cordão … Continuar a ler