Terapia com células estaminais com potencial para ajudar a tratar a doença de Parkinson

A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum, estimando-se que afete 180 por cada 100.000 habitantes em Portugal. Surge geralmente entre os 50 e os 80 anos de idade e caracteriza-se pela morte de neurónios de uma região do cérebro designada substantia nigra. Os sintomas, que incluem tremores, rigidez, lentidão, desequilíbrio e distúrbios do sono, conduzem progressivamente à perda da qualidade de vida dos doentes. A medicação atualmente utilizada para tratar esta doença neurodegenerativa crónica destina-se essencialmente ao alívio dos sintomas, não permitindo travar a progressão da doença. Com o intuito de impedir a morte de neurónios e, consequentemente, a progressão da doença, têm vindo a ser investigadas outras soluções terapêuticas, nomeadamente o uso de células estaminais mesenquimais, pela sua capacidade de … Continuar a ler

Células estaminais do tecido do cordão umbilical diminuem lesão neurológica em paralisia cerebral

A paralisia cerebral resulta de uma lesão neurológica que acontece geralmente durante a gestação ou na altura do nascimento e está associada a um amplo conjunto de sintomas, desde limitações físicas praticamente impercetíveis até alterações profundas a nível cognitivo. Atualmente a paralisia cerebral afeta cerca de dois a três em cada 1.000 recém‑nascidos, não existindo ainda uma solução eficaz para o seu tratamento. Os resultados de vários trabalhos de investigação divulgados nos últimos anos sugerem que a utilização de células estaminais pode vir a constituir uma opção de tratamento para atenuar os sintomas da paralisia cerebral. Para além do sangue do cordão umbilical, que tem demonstrado resultados promissores em ensaios clínicos, com dezenas de crianças com paralisia cerebral já infundidas, também o tecido do cordão … Continuar a ler