Crianças com paralisia cerebral melhoram após tratamento com células estaminais

Um estudo que avaliou a eficácia do tratamento de paralisia cerebral com células estaminais do cordão umbilical obteve resultados favoráveis em crianças até aos 12 anos. As melhorias observadas poderão ser atribuídas ao potencial anti-inflamatório e regenerativo destas células. A paralisia cerebral é geralmente causada por lesões neurológicas ocorridas durante a gestação ou na altura do nascimento. Atualmente, estima-se que afete cerca de 2 em cada 1.000 recém-nascidos, sendo a principal causa de incapacidade na infância. Para além das dificuldades motoras e posturais, as crianças com paralisia cerebral podem ainda apresentar dificuldades cognitivas e alterações da visão e da audição. As abordagens terapêuticas atuais dirigem-se à melhoria da postura, controlo do movimento e autonomia da criança, não atuando na lesão cerebral subjacente. A sua eficácia … Continuar a ler

Menino de 7 anos, com doença fatal, salvo com pele produzida a partir de células estaminais

Pela primeira vez, enxertos de pele geneticamente modificados foram utilizados para cobrir 80% da superfície do corpo de uma criança com epidermólise bolhosa. Cerca de dois anos depois deste procedimento, o menino encontra-se bem, vai à escola e joga à bola como as outras crianças da sua idade. A epidermólise bolhosa é uma doença genética rara causada por defeitos em proteínas que ligam a epiderme (a parte superficial da pele) à derme (a camada intermédia da pele). Esta doença caracteriza-se por uma fragilidade extrema da pele, com formação de bolhas ao mínimo estímulo. Os doentes veem as suas atividades diárias muito restringidas, de forma a minimizar os ferimentos que delas advêm e têm que suportar continuamente a dor associada à presença constante de feridas na … Continuar a ler