Transplante autólogo de sangue do cordão umbilical após leucemia mielóide aguda secundária ao tratamento de um neuroblastoma

O neuroblastoma é o tumor mais frequente durante os primeiros anos de vida, surgindo frequentemente numa glândula suprarrenal, mas podendo desenvolver‑se noutras localizações. A leucemia aguda (LA) secundária ao tratamento do neuroblastoma é geralmente resistente ao tratamento, com mau prognóstico, podendo o transplante com células estaminais possibilitar sobrevida de longa duração. Foi recentemente publicado o caso de uma criança que, na sequência ao tratamento de um neuroblastoma, apresentou um quadro clínico de LA, e que após transplante não relacionado de sangue de cordão umbilical (SCU) para tratar a LA, desenvolveu perda do enxerto, com um quadro clínico crítico, necessitando de terapêutica celular de resgate para recuperação hematopoiética. A menina, com 4 anos de idade, apresentou um neuroblastoma primário em estádio 4, na glândula suprarrenal direita, com … Continuar a ler