Investigador do i3S é o vencedor da 10.ª edição do Prémio Crioestaminal

Com o projeto “Identification of Thymic Epithelial Stem Cells in vivo”, o investigador Nuno Alves, do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC)/ Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), Universidade do Porto é o vencedor da 10.ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica.

As duas Menções Honrosas foram entregues às investigadoras Rita Fior, da Fundação Champalimaud, com o projeto “Molecular mechanisms of innate immune evasion and recognition”, e Susana Solá, do Instituto de Investigação do Medicamento da Universidade de Lisboa (iMed.ULisboa), com o projeto “Metabolic Control of Neural Repair by Diet and Gut Microbiome during Aging”.

Os vencedores do Prémio Crioestaminal e das Menções Honrosas apresentaram os seus projetos, no passado dia 23 de maio, numa cerimónia nas instalações do i3S, no Porto. O projeto vencedor recebeu um prémio no valor de 20 mil euros, um dos mais elevados em Portugal nesta área de investigação. Bruno Costa-Silva, investigador da Fundação Champalimaud, vencedor da 9.ª edição, fez uma breve apresentação do seu projeto “The role of pancreatic cancer-derived exosomes in mediating bone marrow cell recruitment to the pre-metastatic liver” e o impacto do galardão para o desenvolvimento do mesmo.

A 10ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica foi uma das mais concorridas deste galardão, com um total de 72 candidaturas recebidas. Ao Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica candidataram-se projetos nas áreas do Cancro (15), Doenças Neurodegenerativas (12), Neurociências (13), Células Estaminais e Regeneração Celular (10), Microbiologia (6), Infeção e Imunidade (5). Fertilidade (3), Doenças Cardiovasculares (3), Malária (2), Diabetes (2), Bioengenharia (1).

O Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica, que resulta da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência, visa distinguir e apoiar projetos de investigadores, portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham a realizar um projeto de investigação autónomo, na área da Biomedicina numa instituição portuguesa.