Crioestaminal liberta 2 amostras para tratamento de autismo

Tratamentos decorreram nos EUA e foram liderados pela Dr.ª Joanne Kurtzberg

A Crioestaminal, primeiro e maior banco de criopreservação em Portugal e um dos maiores da Europa, libertou recentemente 2 amostras de sangue do cordão umbilical para tratamento do autismo em duas crianças, uma portuguesa e outra espanhola.

Os tratamentos aconteceram em agosto e setembro, na Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA), e foram, realizados com recurso às células estaminais do sangue do cordão umbilical das crianças infundidas.

Carolina, a criança portuguesa infundida com as suas próprias células estaminais, atualmente com 8 anos, apresentou um desenvolvimento normal até aos 9 meses. A partir dessa altura, começou a evitar o contacto visual e a interação, sobretudo com adultos – incluindo os pais e a ama. O atraso no desenvolvimento cognitivo tornou-se evidente a partir dos 10 meses e iniciaram-se os exames, análises e consultas da especialidade no sentido de detetar uma possível síndrome, mas o resultado foi negativo. A Carolina tornou-se uma criança não verbal e não é 100% autónoma. O diagnóstico conclusivo de Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) aconteceu passados cerca de três anos.

A infusão agora realizada com sucesso, foi conduzida pela equipa da Dr.ª Joanne Kurtzberg, médica hemato-oncologista e especialista em transplantação hematopoiética pediátrica da Universidade de Duke, pioneira na transplantação de sangue do cordão umbilical e fundadora de um dos maiores bancos públicos de sangue do cordão umbilical, o Carolinas Cord Blood Bank. Aguardam-se os resultados da infusão de células estaminais do sangue do cordão umbilical nos próximos seis meses.

Atualmente, as Perturbações do Espetro do Autismo afetam cerca de 6 em cada 1000 crianças em todo o mundo e incluem um conjunto heterogéneo de disfunções de ordem neurológica, caracterizadas por alterações no normal desenvolvimento da criança, nomeadamente ao nível da comunicação, linguagem, comportamento e interação social. Estima-se que as PEA estejam associadas a uma falha na comunicação integrativa entre várias áreas do cérebro e que o seu aparecimento se deva à conjugação de uma multiplicidade de fatores relacionados com predisposição genética, exposição a determinados estímulos ambientais e desregulação imunológica.

Em Portugal, a Crioestaminal tem a maior experiência na libertação de amostras de sangue do cordão umbilical para o tratamento de doenças, com 17 amostras já utilizadas. O 1º transplante foi realizado, em 2007, para o tratamento de uma Imunodeficiência Combinada Severa (SCID), num transplante alogénico entre irmãos. Desde então, seguiram-se outras utilizações de células estaminais do sangue do cordão umbilical: um caso de leucemia mieloide aguda (Hospital Niño Jesus, em Espanha) e oito utilizações no âmbito da paralisia cerebral (sete nos EUA e uma em Espanha). Nos casos das crianças com paralisia cerebral, os pais e os prestadores de cuidados, identificaram melhorias após a infusão de sangue do cordão umbilical. Recentemente, libertamos mais 2 amostras para tratamentos no âmbito de ensaios clínicos para patologias do espectro do autismo, na Universidade de Duke, nos EUA.

Crioestaminal marca presença no Cord Blood Connect

Um dos maiores eventos internacionais sobre sangue do cordão umbilical

Entre os dias 14 a 16 de setembro, a Crioestaminal esteve em Miami, EUA, para marcar presença no Cord Blood Connect, um dos mais relevantes eventos na área do sangue do cordão umbilical, que reuniu centenas de pessoas de 33 países de todo o mundo.

No congresso foram assinalados os 30 anos do 1º transplante de sangue do cordão umbilical.

Tendo com a presença de representantes de diversos bancos de sangue do cordão umbilical, hospitais e associações, bem como alguns dos doentes já tratados com recurso a sangue do cordão umbilical.

Destacou-se o testemunho de Mathew Farrow que, em 1988, com apenas 5 anos, recebeu o 1º transplante de sangue do cordão umbilical, doado pela sua irmã recém-nascida, para tratamento de anemia de Fanconi.

Neste evento comemorativo ouviram-se histórias em primeira mão de pioneiros e visionários que, há 30 anos, através de uma colaboração transatlântica decidiram testar a utilização de um produto até então considerado um excedente do parto sem utilidade – as células do sangue do cordão umbilical – no tratamento de uma doença incurável: Hal Broxmeyer, especialista que propôs que o sangue do cordão umbilical continha células estaminais com propriedades terapêuticas, Arleen Auerbach, quem primeiro identificou o tipo de mutações associadas à anemia de Fanconi e confirmou que a irmã de Mathew era saudável e compatível, Joanne Kurtzberg, pediatra que acompanhou o caso do Mathew, e Eliane Gluckman, médica que realizou, em Paris, o transplante de Mathew.

É graças às colaborações internacionais mantidas entre as diversas instituições, que há 30 anos e hoje são partilhadas novas tecnologias e conhecimento, permitindo que milhares de pessoas de todo o mundo tenham acesso a terapias inovadoras com sangue e tecido do cordão umbilical e possam beneficiar da utilização desta fonte de células para o tratamento de diversas doenças.

Para além do cariz comemorativo, o congresso contou com inúmeras sessões tando de âmbito científico, bem como de âmbito técnico. Nas primeiras sessões foram realçados os excelentes resultados nos transplantes realizados com sangue do cordão umbilical e também os recentes desenvolvimentos na utilização do sangue e do tecido do cordão umbilical em medicina regenerativa, nomeadamente em doenças como paralisia cerebral e autismo. Nas sessões técnicas, o foco centrou-se na necessidade de harmonização, a nível global, das boas práticas ao nível da colheita, processamento e distribuição das amostras de sangue e tecido do cordão umbilical.

Crioestaminal reforça posicionamento ao unir-se à Famicord

A união da Crioestaminal  à Famicord dá origem ao maior grupo europeu de criopreservação de células estaminais

A Crioestaminal, o primeiro e maior banco de criopreservação em Portugal, assina acordo para integração no Grupo FamiCord, empresa com 7 Bancos de Sangue e Tecido do Cordão Umbilical. Atualmente, é um dos maiores bancos de células estaminais da Europa, com mais de 225 mil amostras armazenadas.

A união da Crioestaminal com o FamiCord vem reforçar a liderança europeia no setor da criopreservação de células estaminais e, graças à experiência de que dispõe em termos de disponibilização de amostras para transplante, irá proporcionar às famílias uma ainda maior garantia de segurança e qualidade.

Segundo André Gomes, Fundador e Diretor Geral da Crioestaminal, “É com grande satisfação que nos unimos ao Grupo FamiCord, que partilha os mesmos valores e visão na área das células estaminais e, em conjunto, criamos o maior banco de criopreservação de sangue do cordão umbilical na Europa. Esta união permitirá que as duas empresas, que mais investem em I&D e em terapias celulares na Europa, reforcem o desenvolvimento de novas terapêuticas que, consequentemente, permitam tratar mais doentes”.

O Grupo FamiCord está presente em 11 países Europeus e, até à data, já libertou 42 amostras de sangue do cordão umbilical para transplantes em diversas patologias (25 na Polónia, 4 na Hungria, 12 na Turquia, 1 na Jordânia).

O Grupo Famicord, tal como a Crioestaminal tem vindo a fazer uma aposta contínua na área das novas terapias celulares e em Investigação e Desenvolvimento. Neste âmbito, o Grupo Famicord já realizou mais de 1600 tratamentos com várias fontes de células estaminais, nomeadamente com células estaminais mesenquimais, presentes no tecido do cordão umbilical.

Consulte a notícia completa aqui.

Crioestaminal acreditada pela 5ª vez consecutiva pela AABB

A Crioestaminal acaba de ver renovada pela 5ª vez consecutiva a acreditação pela Associação Americana de Bancos de Sangue, AABB, para os serviços de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical, reforçando, assim, o seu posicionamento a nível Europeu.

A acreditação emitida pela AABB assegura que os processos da Crioestaminal se encontram em conformidade com as normas estabelecidas no que respeita às fases de recolha, processamento, criopreservação, análise e distribuição das células estaminais do sangue e do tecido cordão umbilical. A AABB avalia, com base em critérios rigorosos, a qualidade das instalações, procedimentos, formação dos quadros técnicos, segurança e a qualidade de todos os métodos utilizados pelos bancos de sangue a nível mundial.

“Renovar a acreditação pela AABB é motivo de orgulho para a Crioestaminal, mas também de muita responsabilidade. Significa, acima de tudo, que mantemos elevados os nossos padrões de qualidade, a segurança máxima de todos os métodos que utilizamos e o excelente desempenho da nossa equipa”, refere André Gomes, Fundador e Diretor Geral da Crioestaminal.

A Crioestaminal é o único laboratório na Europa acreditado pela AABB, para os serviços de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical, num total de 11 bancos de criopreservação de células estaminais acreditados.

Consulte o certificado aqui

 

Investigador do i3S é o vencedor da 10.ª edição do Prémio Crioestaminal

Com o projeto “Identification of Thymic Epithelial Stem Cells in vivo”, o investigador Nuno Alves, do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC)/ Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), Universidade do Porto é o vencedor da 10.ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica.

As duas Menções Honrosas foram entregues às investigadoras Rita Fior, da Fundação Champalimaud, com o projeto “Molecular mechanisms of innate immune evasion and recognition”, e Susana Solá, do Instituto de Investigação do Medicamento da Universidade de Lisboa (iMed.ULisboa), com o projeto “Metabolic Control of Neural Repair by Diet and Gut Microbiome during Aging”.

Os vencedores do Prémio Crioestaminal e das Menções Honrosas apresentaram os seus projetos, no passado dia 23 de maio, numa cerimónia nas instalações do i3S, no Porto. O projeto vencedor recebeu um prémio no valor de 20 mil euros, um dos mais elevados em Portugal nesta área de investigação. Bruno Costa-Silva, investigador da Fundação Champalimaud, vencedor da 9.ª edição, fez uma breve apresentação do seu projeto “The role of pancreatic cancer-derived exosomes in mediating bone marrow cell recruitment to the pre-metastatic liver” e o impacto do galardão para o desenvolvimento do mesmo.

A 10ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica foi uma das mais concorridas deste galardão, com um total de 72 candidaturas recebidas. Ao Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica candidataram-se projetos nas áreas do Cancro (15), Doenças Neurodegenerativas (12), Neurociências (13), Células Estaminais e Regeneração Celular (10), Microbiologia (6), Infeção e Imunidade (5). Fertilidade (3), Doenças Cardiovasculares (3), Malária (2), Diabetes (2), Bioengenharia (1).

O Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica, que resulta da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência, visa distinguir e apoiar projetos de investigadores, portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham a realizar um projeto de investigação autónomo, na área da Biomedicina numa instituição portuguesa.

Diretor Geral da Crioestaminal orador no congresso científico de terapias celulares, em Londres

André Gomes, fundador e Diretor Geral da Crioestaminal é um dos oradores convidados da 4.ª edição do Annual Cord Blood World Europe, que decorre entre os dias 16 e 18 de maio, em Londres. O Annual Cord Blood World Europe, integrado no Congresso Mundial de Terapias Avançadas e Medicina Regenerativa, este congresso científico dedicado às terapias celulares e reúne os maiores especialistas mundiais desta área.

Em debate vão estar as mais recentes descobertas, investigações e aplicações terapêuticas das células estaminais do sangue do cordão umbilical, os métodos de expansão mais recentes, regulação e os desafios diários que os laboratórios enfrentam.

O fundador e CEO da Crioestaminal integra o painel de discussão “Colaboração e Sinergias entre Bancos de Células Estaminais”, numa sessão dedicada aos “Bancos de Sangue do Cordão Umbilical”. Deste painel fazem também parte a Dra. Joanne Kurtzberg, médica especialista em hemato-oncologia da Universidade de Duke, nos EUA, e pioneira em transplantação com sangue do cordão umbilical; e Colleen Delaney, Fundador e Diretor Médico da Nohla Therapeutics, companhia líder no desenvolvimento de terapias celulares para doentes com neoplasias hematológicas e outras doenças graves.

O Congresso reúne representantes de bancos públicos e privados de criopreservação de células estaminais de todo o mundo, clínicos, investigadores, órgãos reguladores e fornecedores, para uma visão global do estado da arte e perspetivar o futuro.

Programa completo do Congresso e outras informações aqui.

Cerimónia de entrega do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica acontece a 23 de maio

A cerimónia de entrega de Prémios da 10.ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica acontece no próximo dia 23 de maio, entre as 16h e as 18h, no i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, no Porto.

A cerimónia contará com a apresentação dos três projetos finalistas de uma das edições mais competitivas e concorridas deste galardão. Além do 1.º Prémio no valor de 20 mil euros, um dos mais elevados nesta área em Portugal, o Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica atribui ainda duas Menções Honrosas a projetos que se destacaram entre as 72 candidaturas recebidas.

À 10.ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica candidataram-se investigadores com projetos nas áreas do Cancro (15), Doenças Neurodegenerativas (12), Neurociências (13), Células Estaminais e Regeneração Celular (10), Microbiologia (6), Infeção e Imunidade (5), Fertilidade (3), Doenças Cardiovasculares (3), Malária (2), Diabetes (2) e Bioengenharia (1).

O júri da edição deste ano foi constituído por um painel de cientistas de centros de investigação de doze países, entre eles o MRC – Medical Research Council (Reino Unido), a Universidade de Utrecht (Holanda), o Inserm – Instituto Nacional da Saúde e Investigação Médica (França), a Mayo Clinic (EUA), a Nanyabg Technological University (Singapura), a Universidade de Frankfurt (Alemanha), o Centro de Medicina Regenerativa de Barcelona (Espanha) e a Universidade de Palermo (Itália), entre outros.

O Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica, que resulta da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência, visa distinguir e apoiar projetos de jovens investigadores, portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham a realizar um projeto de investigação autónomo, na área da Biomedicina numa instituição portuguesa.

Prémio Crioestaminal recebe 72 candidaturas que serão avaliadas por um painel de 30 cientistas de doze países distintos

A 10.ª edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica, que visa distinguir e apoiar projetos de jovens cientistas na área da Biomedicina, recebeu um total de 72 candidaturas. A iniciativa resulta da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência e atribui um prémio no valor de 20 mil euros, um dos mais elevados nesta área em Portugal.

O júri desta edição será constituído por um painel de 30 cientistas de centros de investigação de doze países, entre eles o MRC – Medical Research Council, (Reino Unido), a Universidade de Utrecht (Holanda), o Inserm – Instituto Nacional da Saúde e Investigação Médica (França), a Mayo Clinic (EUA), a Nanyabg Technological University (Singapura), a Universidade de Frankfurt (Alemanha), o Centro de Medicina Regenerativa de Barcelona (Espanha) e a Universidade de Palermo (Itália), entre outros.

“O número de candidaturas ao Prémio Crioestaminal reflete não só a enorme aceitação que o prémio tem junto da comunidade científica, como o número significativo de trabalhos em investigação biomédica que se estão a desenvolver atualmente em Portugal”, refere André Gomes, Fundador e Diretor Geral da Crioestaminal. “O reconhecido painel de jurados que reunimos é também uma forma de reconhecimento da comunidade internacional pelo trabalho científico que se desenvolve em Portugal”, acrescenta.

O prémio Crioestaminal é fruto da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver A Ciência, e dirige-se a investigadores portugueses ou estrangeiros em início de carreira, que se proponham liderar um projeto autónomo numa instituição portuguesa. Na edição deste ano e reconhecendo o elevado mérito dos projetos a concurso, além do 1.º Prémio, serão também entregues duas Menções Honrosas, que assim como o vencedor terão a oportunidade de apresentar o seu projeto na cerimónia de entrega do Prémio.

Leonor Saúde, Fundadora e Vice-Presidente da Associação Viver a Ciência refere que “O nível de excelência dos candidatos e dos projetos que se candidatam ao Prémio Crioestaminal tem vindo a ser realçado ao longo dos anos pelos vários jurados do prémio, e isto deixa-nos muito otimistas em relação ao futuro da investigação que se faz em Portugal, mesmo numa fase difícil como aquela que estamos a atravessar. E é assim com muito orgulho que promovemos esta iniciativa, que vem apoiar esta jovem e promissora geração de investigadores que continuam a escolher Portugal para desenvolverem o seu trabalho.”

A última edição do Prémio Crioestaminal distinguiu um projeto sobre o cancro do pâncreas liderado pelo investigador Bruno Costa-Silva, da Fundação Champalimaud em Lisboa. Ao longo dos anos, foram distinguidos projetos de investigadores como Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), ambos do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) no Porto; Mónica Bettencourt-Dias (2007) do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras; Lino Ferreira (2008) do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia; Lars Jansen (2009) do ICG e Luísa Figueiredo (2010), do Instituto de Medicina Molecular (iMM) em Lisboa.

Utilização de células estaminais na recuperação de vítimas de AVC

Investigadores de Coimbra vão utilizar células estaminais para recuperar doentes que sofreram acidentes vasculares cerebrais (AVC) isquémicos agudos, de acordo com um estudo que vai passar a ensaio clínico no segundo semestre deste ano.

O estudo observacional em pessoas, iniciado há quatro anos, envolvendo a unidade de AVC do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Centro de Neurociências e Biologia Celular de Coimbra, Hospital Rovisco Pais (Tocha) e a Crioestaminal, conclui que as células progenitoras endoteliais, que são um tipo de células estaminais, contribuem para reconstituir os vasos lesados.

“O que fizemos [no estudo] foi demonstrar que existem células estaminais que estão associadas ao desenvolvimento de novos vasos, que nós todos temos no sangue, em concentrações muito pequenas, produzidas pela medula óssea, que nos permitem fazer novos vasos sempre que precisamos”, explicou à agência Lusa o coordenador João Sargento Freitas, da unidade de AVC do CHUC.

Segundo o neurologista, “vai-se retirar células do doente diretamente da medula óssea, separar-se as células que fazem vasos e injetá-las por cateter diretamente na zona do AVC”.

Para o médico e investigador, pretende-se com esta nova hipótese de tratamento, alternativa às atuais, “recriar novos vasos para voltar a dar sangue à zona que foi lesada”.

Na prática, acrescenta, o método passa por “otimizar os recursos de cada um, colocando o maior número de células que se conseguir no sítio onde elas são precisas (local do AVC)”.

Trata-se de uma técnica inovadora em Portugal e a nível internacional, que vai ser testada em 30 doentes, durante um ano, a partir do segundo semestre, e que tem financiamento garantido de cerca de um milhão de euros, através do programa comunitário Compete 2020.

“Os dados preliminares são promissores e realmente indicam que têm potencial e um impacto clínico importante em doentes, mas agora queremos, como em qualquer passo de investigação, validar e demonstrar a sua eficácia no ensaio clínico”, frisou o coordenador do estudo.

O médico João Sargento Freitas, que será o investigador principal do ensaio clínico, tem esperança “nesta avenida de investigação diferente do tratamento habitual, que se centrava sempre no vaso e que agora se centra na lesão do AVC isquémico em si e a tentar fazer novos vasos diretamente lá”.

Salientando que foram os “resultados do estudo que alavancaram o ensaio clínico”, o neurologista do CHUC considera que o objetivo final é demonstrar a investigação clínica para que depois o tratamento a doentes de AVC seja disseminado por outros centros, “confirmando-se a eficácia que estamos à espera”.

Fonte: DN
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Crioestaminal vence Prémio Escolha do Consumidor pelo quinto ano consecutivo

A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, foi reconhecido como “Escolha do Consumidor”, pela quinta vez consecutiva na categoria “Criopreservação”. A distinção, que diz respeito à performance da marca durante o ano de 2017, é reflexo da qualidade do serviço e acompanhamento prestados pela Crioestaminal, que alcançou uma taxa de satisfação dos clientes de 85%.

“Estes reconhecimentos enchem-nos de orgulho e são para nós uma enorme responsabilidade. Retribuímos com o compromisso de continuarmos a responder às necessidades dos nossos clientes e a contribuir para a evolução da biomedicina e da saúde de forma global, refere André Gomes, Fundador e CEO da Crioestaminal.

O prémio “Escolha do Consumidor” foi atribuído com base num estudo de opinião de 222.644 consumidores a uma amostra alargada com afinidade ao serviço e, também, clientes. No caso da criopreservação, foram analisados três players do setor, num inquérito a 1.429 consumidores, sendo que a Crioestaminal se sagrou vencedora em todos os parâmetros: profissionalismo, garantia de qualidade, rapidez, credibilidade, confiança e disponibilização de informação clara e detalhada.

Crioestaminal reconhecida pela qualidade do serviço prestado, vence pela 2.ª vez o Prémio Cinco Estrelas

A Crioestaminal venceu, pela 2.ª vez consecutiva, o Prémio Cinco Estrelas, na categoria “Criopreservação”, um prémio que avalia e distingue produtos e serviços, com base no grau de satisfação global dos consumidores alvo.

A Crioestaminal venceu a edição deste ano com uma classificação global de 73,40%.

A avaliação tem por base os cinco principais critérios que influenciam a decisão de compra ou adesão:

Satisfação pela experimentação, Relação Preço-qualidade, Intenção de compra ou recomendação, Confiança na marca e Inovação.

“O Prémio Cinco Estrelas tem, para nós, uma importância acrescida porque reflete a opinião dos consumidores e a sua satisfação face ao nosso serviço. Significa que ano após ano, a Crioestaminal mantem o elevado compromisso de qualidade e dedicação às famílias e que, por isso, continuam a confiar nos serviços prestados”, lembra André Gomes, CEO da Crioestaminal.

A edição deste ano do Prémio Cinco Estrelas recebeu 516 candidaturas, agrupadas em 162 categorias distintas, sendo que apenas 98 obtiveram classificação para se consagrarem vencedores desta edição do Prémio Cinco Estrelas.

Crioestaminal promove Open Day no âmbito do Dia Mundial do Sangue do Cordão Umbilical

No âmbito do Dia Mundial do Sangue do Cordão Umbilical (World Cord Blood Day, no original em inglês), que se assinala a 15 de novembro, a Crioestaminal promove um Open Day nas suas instalações, em Cantanhede (Coimbra), com a transmissão em direto da conferência internacional WCBD17. A iniciativa é dirigida sobretudo, a alunos universitários, investigadores, jornalistas e a todos os interessados pela investigação na área das células estaminais. As portas da Crioestaminal abrem às 13h45 e às 14h tem início a Conferência WCBD17, dirigida pelas Dra. Eliane Gluckman e Dra. Joanne Kurtzberg, sobre a história do sangue do cordão umbilical e que podem ser acompanhadas em direto a partir do auditório do Biocant Park.

Às 15h, a Dra. Alexandra Machado, Diretora Médica da Crioestaminal, aborda as questões da utilização do sangue do cordão umbilical e a Dra. Carla Cardoso, Diretora de I&D da Crioestaminal, apresentará o futuro do sangue do cordão umbilical no que respeita às suas utilizações.

A Medicina Regenerativa e a utilização terapêutica do sangue do cordão em diversas patologias –Diabetes tipo 1; Lesões da Espinal Medula; Paralisia Cerebral e Autismo – são aos temas da tarde, dirigidos por Charis Ober, Dra. Maria Craig, Dr. Wise Young e Dra. Joanne Kurtzberg, respetivamente.

Do Open Day faz ainda parte uma visita guiada ao laboratório da Crioestaminal.

O Open Day é uma iniciativa global da responsabilidade da Save the Cord Foundation, uma entidade independente sem fins lucrativos que se dedica à sensibilização para a importância do sangue do cordão umbilical.

Confirme a presença no Open Day aqui.

Atualmente o sangue do cordão umbilical é já utilizado para tratar mais de 80 doenças e desde 1988, data do primeiro transplante com sangue do cordão umbilical, foram já realizados mais de 40.000 transplantes. Estas células estão também a ser aplicadas em medicina regenerativa para o tratamento de lesões da espinal medula, paralisia cerebral, autismo, diabetes tipo 1, entre muitos outros, com resultados promissores. Descartar o sangue do cordão umbilical, um recurso valioso que pode salvar vidas, é uma oportunidade perdida. Assim, disponibilizar aos governos, profissionais de saúde e pais informação completa, rigorosa e atualizada sobre esta matéria é de extrema importância.

Conheça alguns factos sobre o Sangue do Cordão Umbilical aqui.

Abertas as Candidaturas à 10.ª Edição do Prémio Crioestaminal

Estão abertas as candidaturas à 10.ª edição do Prémio Crioestaminal, que visa distinguir e apoiar projetos de jovens cientistas na área da Biomedicina. As candidaturas decorrem até ao dia 15 de dezembro de 2017 e a inscrição pode ser submetida através do site da Associação Viver A Ciência.

O prémio, fruto da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver A Ciência, é dirigido a investigadores portugueses ou estrangeiros, em início de carreira – detentores de doutoramento realizado entre 2007 e 2014, inclusive – que se proponham liderar um projeto autónomo numa instituição portuguesa.

O prémio, avaliado por um júri internacional, tem o valor monetário de 20 mil euros. Na edição deste ano, além do 1.º Prémio, serão ainda entregues duas menções honrosas, que terão também a oportunidade de apresentar o seu projeto na cerimónia de entrega do Prémio.

“O Prémio Crioestaminal é um projeto muito importante para a Crioestaminal, e o facto de assinalarmos este ano a sua 10.ª edição demonstra a enorme aceitação que tem tido junto dos jovens investigadores. Também é gratificante ver que os prémios de edições anteriores foram atribuídos a cientistas que se tornaram uma referência na sua área, tendo este prémio ajudado a consolidar as suas carreiras.” refere André Gomes, CEO da Crioestaminal.

Leonor Saúde, Vice-Presidente da Associação Viver a Ciência lembra que “este prémio é já uma referência para os jovens investigadores. Além de permitir a promoção da investigação científica realizada em Portugal, estimula não só a qualidade dos trabalhos como a competitividade a nível nacional e internacional”.

Desde o seu início, o Prémio Crioestaminal distinguiu diversos projetos de investigadores, entre eles, Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Bettencourt-Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010). O investigador Bruno Costa-Silva, da Fundação Champalimaud, foi o vencedor da edição do ano passado, com um trabalho de investigação sobre o cancro do pâncreas.

Crioestaminal promove open day no âmbito da iniciativa “Europa na minha Região”

A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, em parceria com o COMPETE 2020 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, têm o prazer de anunciar o evento “Open Day: Crioestaminal compromisso com Investigação e Desenvolvimento”, que terá lugar no próximo dia 10 de maio, pelas 14h30, no Biocant Park (Cantanhede), no qual será apresentado um resumo dos projetos de Investigação & Desenvolvimento (I&D) executados e/ou em execução pela Crioestaminal e co-financiados pela União Europeia, através de fundos comunitários.

Conheça a agenda do evento e confirme a sua presença aqui.

 

Transferência das amostras da Bioteca para a Crioestaminal

A Bioteca S.A., por motivos que só a própria poderá adiantar, decidiu não continuar a sua atividade de criopreservação de amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical em Portugal. De forma a garantir o armazenamento das amostras e o cumprimento dos contratos estabelecidos, a Bioteca e a Crioestaminal chegaram a um acordo para que a Crioestaminal salvaguardasse o armazenamento das amostras da Bioteca. A Crioestaminal aceitou o pedido da Bioteca para a receção das amostras no seu laboratório e de seguida dar continuidade ao serviço prestado às famílias clientes da Bioteca.

Assim, ocorreu no dia 1 de abril, a transferência das amostras do laboratório da Bioteca, em Lisboa, para o laboratório da Crioestaminal, em Cantanhede. O processo, da responsabilidade da Bioteca, foi realizado de acordo com o enquadramento legal nacional (lei 12/2009), estando devidamente autorizado pela Direção Geral de Saúde, ao abrigo do “Acordo de Backup” anteriormente celebrado entre as duas empresas. A operação decorreu dentro da normalidade e foi assegurada por técnicos qualificados e com elevada experiência neste tipo de situações. As amostras já se encontram armazenadas no laboratório da Crioestaminal, em completa segurança.

A partir da receção das amostras, a Crioestaminal passa a ser responsável pelas mesmas e assume, integralmente, a continuidade dos contratos realizados anteriormente entre a Bioteca e os seus clientes. A Crioestaminal está disponível para esclarecer todas as dúvidas e questões relativas ao armazenamento futuro das amostras.

Todas as questões relacionadas com a estrutura interna da Bioteca, nomeadamente, os aspetos relacionados com os seus profissionais e ativos móveis, continuarão a ser responsabilidade da mesma, devendo todas as dúvidas ser colocadas à administração da Bioteca.

Fundada em 2003, a Crioestaminal foi o primeiro banco em Portugal a disponibilizar às famílias a possibilidade de guardarem as células estaminais do sangue do cordão umbilical, sendo líder de mercado e uma das maiores empresas da Europa neste setor. Foi a primeira empresa a ser autorizada pelo Ministério da Saúde e continua a ser a única em Portugal com a prestigiada acreditação internacional da Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB). Com 8 amostras libertadas para 13 transplantes, conta já com a confiança de mais de 70.000 famílias que guardaram as células dos seus filhos.

Nomeado o Júri do Prémio Crioestaminal

O processo de constituição do júri da 9.ª edição do Prémio Crioestaminal está concluído e conta com 28 jurados de 12 países. Centrado na investigação biomédica e com o número recorde de 97 candidaturas, o Prémio Crioestaminal atribui 20.000€ ao projeto que vencer a avaliação do júri constituído por cientistas nacionais e internacionais.

Harvard Medical School (EUA), Gottingen Graduate School for Neurosciences, Biophysics and Molecular Biosciences (Alemanha), VIB‐KU Leuven Center for Brain & Disease Research, Laboratory for the Research of Neurodegenerative Diseases, K.U. Leuven (Bélgica) Institut Pasteur (França), National Heart and Lung Institute (Reino Unido), Instituto de Física da Universidade de São Paulo (Brasil), Universidade de Bilkent (Turquia), Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Espanha) e Centro de Química-Física Molecular do Instituto Superior Técnico (Portugal) são alguns dos centros de investigação a que pertencem os jurados da 9.ª edição do Prémio Crioestaminal. Conheça a lista completa de jurados aqui

Tal como em anos anteriores, a edição deste prémio, cujo vencedor será conhecido em maio de 2017, decorre de uma parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver a Ciência e visa apoiar cientistas que pretendam realizar projetos pioneiros na área da Biomedicina em Portugal. É dirigido a investigadores portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham realizar um projeto de investigação autónomo sob sua responsabilidade numa instituição portuguesa.

Ao longo dos anos, o Prémio Crioestaminal distinguiu projetos de investigadores como Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), ambos do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010).

“O número extraordinário de candidaturas à 9.ª edição do Prémio Crioestaminal é o claro sinal de que Portugal não está parado no que diz respeito à investigação biomédica. Este prémio propôs-se, desde que em 2005 foi lançado, ser precisamente um estímulo à investigação . Contar com um júri prestigiado e oriundo de geografias tão diversas é, aliás, uma forma de também promover e credibilizar o rigoroso trabalho científico desenvolvido em Portugal”, salienta André Gomes, CEO da Crioestaminal.

Leonor Saúde , Vice-Presidente da Associação Viver a Ciência, destaca que “este prémio é uma importante fonte de financiamento para uma fase particularmente crítica do percurso de um cientista: a altura em que se começa a liderar os primeiros projetos de investigação para os quais nem sempre é fácil encontrar fontes de financiamento. O número elevado de candidaturas significa que a nossa comunidade científica está muito dinâmica e cheia de ideias.”Júris Crioestaminal 2016_final

O regulamento da 9.ª Edição do Prémio Crioestaminal está disponível para consulta aqui

Crioestaminal investe na Investigação & Desenvolvimento

A Crioestaminal foi premiada pela quarta vez consecutiva “Escolha do Consumidor”, e acaba de ser reconhecida como tendo também vencido o prémio “Cinco Estrelas”.

Com um investimento significativo na área de Investigação & Desenvolvimento (10% do seu volume de negócios), a Crioestaminal volta a ser notícia na imprensa.

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CRIOESTAMINAL ADQUIRE MARCA CYTOTHERA

A Crioestaminal viu aprovada pela Autoridade da Concorrência a compra da marca Cytothera ao Grupo Medinfar. Será agora iniciado o processo de integração da marca e a transferência de equipamentos.

A Crioestaminal avançou para a aquisição da marca Cytothera e dos seus equipamentos, ficando responsável pelo cumprimento integral dos contratos assumidos pela marca com os seus clientes. Esta é uma operação que se enquadra nos objetivos estratégicos de crescimento da Crioestaminal, não só como líder de mercado em Portugal, mas como referência de segurança no setor da criopreservação.

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Crioestaminal lança prémio de apoio à Investigação Biomédica

A partir de hoje e até ao dia 16 de dezembro de 2016, decorre a fase de candidaturas à 9ª edição do Prémio Crioestaminal. O prémio, fruto de uma parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver A Ciência, visa apoiar jovens cientistas que pretendam realizar projetos pioneiros na área da Biomedicina, em Portugal.

Prémio de apoio à Investigação Biomédica

O prémio é dirigido a investigadores nacionais ou internacionais em início de carreira (detentores de doutoramento realizado entre 2006 e 2013, inclusive), que se proponham liderar um projeto autónomo numa instituição portuguesa. O prémio, que será avaliado por um júri internacional, tem o valor de 20.000 euros e os candidatos devem submeter as suas inscrições através do site www.viveraciencia.org/premiocrioestaminal 

Ao longo dos anos o Prémio Crioestaminal distinguiu projetos de investigadores como Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), ambos do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010).

Submissão de candidaturas aqui

Células Estaminais utilizadas na recuperação pós AVC – Crioestaminal lidera Projeto de Investigação Nacional

A Crioestaminal lidera projeto de investigação inovador, em conjunto com a Universidade de Coimbra (UC), o Hospital Rovisco Pais, e o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC) no sentido de determinar o papel das células estaminais na recuperação de doentes que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Este projeto inclui a aplicação clínica de células estaminais autólogas da medula óssea (do próprio) em doentes que tenham sofrido AVC isquémico1, esperando-se que ocorra a regeneração da área afetada, conduzindo à recuperação de algumas faculdades, cognitivas e/ ou motoras.

Os ensaios pré-clínicos realizados com animais mostraram que o transplante de vários tipos de células estaminais é capaz de induzir um processo de reparação cerebral. As células transplantadas conseguem diferenciar-se em células neuronais e células vasculares, conduzindo a uma recuperação das funções afetadas.

Este projeto tem por principais objetivos avaliar o efeito terapêutico de células CD34+2 da medula óssea de doentes com AVC, na fase subaguda. Estes doentes serão seguidos/acompanhados durante vários meses, tal como um grupo controlo, para avaliar a eficácia deste tratamento inovador.

Ainda este ano vai iniciar-se a recolha das células estaminais da medula óssea de doentes identificados pelo Hospital Rovisco Pais. Os resultados deste projeto são esperados para o final de 2018.

1.O AVC isquémico caracteriza-se pela falta de sangue numa região do cérebro, provocada por uma obstrução num vaso sanguíneo cerebral, que pode causar sequelas graves ou mesmo a morte, caso a operação de socorro não seja realizada a tempo.
2.Células CD34+ são células estaminais com capacidade de originar as células do sangue.

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Células estaminais curam já mais de 80 doenças – Reportagem Revista Pontos de Vista

André Gomes, fundador e CEO da Crioestaminal, deu uma entrevista à revista Pontos de Vista, onde falou sobre as células estaminais do sangue e tecido do cordão umbilical, a criopreservação e a Crioestaminal.

As células estaminais assumem um importante papel na cura de inúmeras doenças, portanto torna-se tão pertinente a sua conservação. De que patologias estamos a falar?
As células estaminais constituem um recurso terapêutico inestimável que atualmente pode ser usado no tratamento de mais de 80 doenças muito graves, estimando-se que no futuro este número venha a aumentar.
As células estaminais do cordão umbilical não servem apenas para potencial tratamento do bebé do qual foram colhidas. São também um investimento para toda a família. Estudos científicos demonstram que os transplantes entre pessoas da mesma família têm mais sucesso do que entre pessoas não relacionadas, sendo a probabilidade de compatibilidade total entre irmãos de 25%.
No que diz respeito ao uso de células estaminais do sangue do cordão umbilical, nos últimos anos, além das doenças hematológicas, tem se assistido à sua utilização noutras doenças. A Diabetes tipo 1 e a Paralisia Cerebral foram das primeiras áreas de interesse neste contexto, mas, atualmente, para além destas, estão ainda em curso ensaios clínicos que visam testar o potencial do sangue do cordão umbilical em lesões da espinal medula, perda da função auditiva, doença cardíaca congénita, acidente vascular cerebral (AVC) e autismo, entre outras.
O potencial clínico das células do tecido do cordão umbilical também se encontra em estudo, em ensaios clínicos aprovados pela FDA, em doenças como autismo, colite ulcerosa, cirrose hepática, ataxia hereditária, esclerose múltipla, displasia broncopulmonar, artrite reumatóide, lúpus, lesões da espinal medula, entre outras.

Neste âmbito, têm já duas patentes registadas com células estaminais. Este é aspeto de grande importância não apenas para a marca, mas também para o desenvolvimento do setor?
Ao longo de quase 13 anos, a Crioestaminal muito tem contribuído para a investigação na área das células estaminais, que resultou em duas patentes, na área da cicatrização de feridas crónicas em diabéticos e na regeneração de tecido cardíaco. Atualmente, é a empresa que mais investe na área das células estaminais em Portugal, anunciando um investimento de 2 milhões de euros de 2014 a 2016.
O ano de 2015 foi marcado pela conclusão de dois projetos na área do cancro e tratamento de feridas crónicas. A aposta vai continuar com projetos para dar início a dois ensaios clínicos com células estaminais no tratamento de doentes com feridas crónicas e AVC.

A Crioestaminal foi o primeiro banco de células estaminais a ser autorizado pelo Ministério da Saúde e é o único acreditado pela AABB – American Association of Blood Banks. É membro fundador da Cord Blood Europe e pelo terceiro ano consecutivo, marca eleita Escolha do Consumidor. Estes marcos são importantes na transmissão de confiança a quem vos procura?
A Crioestaminal é pioneira e líder na área da criopreservação. Estas distinções orgulham-nos e, na verdade, fazem de nós uma referência não só nacional, mas também internacional. Na área das células estaminais a acreditação pela AABB é uma distinção de uma entidade americana com rigorosos critérios de avaliação e que se traduz num reconhecimento das competências e standards de qualidade e excelência que adotamos.
Por outro, no campo do consumidor final, é muito importante sermos reconhecidos pelas famílias portuguesas e poder garantir junto das mesmas os níveis de qualidade e satisfação mais elevados do setor.

Apesar das suas mais-valias, estes processos estão acompanhados de dúvidas por parte de futuros pais. Que comentário importa concretizar no sentido de informar aqueles que pretendam, no futuro, preservar células estaminais? Porquê escolher a Crioestaminal?
As células estaminais do sangue do cordão umbilical são utilizadas desde 1988, altura em que foi realizado o primeiro transplante, em França, tratando com sucesso uma criança de seis anos com anemia de Fanconi. Neste transplante, foi usado o sangue do cordão da irmã desta criança. Desde então, já se realizaram em todo o mundo mais de 40.000 transplantes, em 80 doenças. Os resultados destes transplantes são semelhantes aos obtidos com transplantes de medula óssea.
Desta forma são utilizadas em segurança há décadas e o seu potencial está comprovado. Além destas aplicações, estão a decorrer centenas de ensaios clínicos com células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical para o tratamento de muitas outras doenças.

Porquê escolher a Crioestaminal?
A Crioestaminal destaca-se pela experiência, rigor e investigação. Fomos o primeiro banco de criopreservação na Península Ibérica com quase 13 anos de experiência e com mais de 70.000 amostras armazenadas. Em Portugal, fomos os primeiros autorizados pela Direção Geral de Saúde e somos os únicos acreditados pela AABB.
Somos, também, o banco com mais amostras resgatadas para uso terapêutico: 13 transplantes em oito crianças.
De salientar ainda que a Crioestaminal dispõe da tecnologia mais avançada atualmente conhecida, somos o segundo maior laboratório da Europa e temos apostado na investigação nesta área de forma contínua e ao longo de já mais de uma década.

A doação de células estaminais tem uma importância acrescida no sentido de promover a investigação e desenvolvimento? Qual tem sido a relevância desta questão na Crioestaminal enquanto banco que promove os próprios projetos de investigação?
A investigação com sangue e tecido do cordão umbilical permite aumentar o conhecimento sobre as células estaminais. De salientar ainda que as células estaminais obtidas a partir destas fontes têm mostrado poder ser úteis para o desenvolvimento de novos produtos de terapia celular, podendo proporcionar novos tratamentos para diversas doenças atualmente sem cura.
Hoje, perto de 1 em 10 pais optam por guardar as células estaminais hematopoiéticas e mesenquimais do cordão umbilical em bancos de criopreservação. Assim, os 9 em 10 casais que não guardam o cordão constituem um enorme potencial para impulsionar a investigação. Estas amostras que, em circunstâncias normais seriam destruídas, podem ser usadas em projetos de investigação nacionais e internacionais, contribuindo assim para o desenvolvimento de novas terapias celulares.
A pensar nesta questão, a Crioestaminal lançou o primeiro Banco de Doação para investigação de células estaminais a nível global, a funcionar no nosso laboratório. O projeto que arrancou em 2015 baseia-se na doação das células estaminais do cordão umbilical, apoiando investigação própria da Crioestaminal, mas também a de qualquer cientista com projetos relacionados com terapias celulares.

Consulte a reportagem aqui

 

Crioestaminal considerada um dos 10 mais influentes e inovadores Bancos de Células Estaminais do Cordão Umbilical do mundo

A Bioinformant é a primeira e única empresa dedicada à análise do setor das células estaminais do cordão umbilical no mundo. Recentemente, elaborou um top 10 dos mais influentes e inovadores Bancos de Criopreservação de Células Estaminais do Cordão Umbilical em todo o mundo.
Foram considerados nesta análise, os atributos únicos e diferenciadores em relação ao resto do mercado, o grande alcance global, o modelo de negócios inovador e os produtos e serviços únicos.
A Bioinformant considerou a Crioestaminal como um dos 10 Bancos de Criopreservação em todo o mundo que se destaca pelo impacto positivo que está a deixar na indústria, tendo recentemente investido na sua expansão (infraestruturas e capacidade de armazenamento), tendo sido o primeiro banco autorizado pelo Ministério da Saúde Português para colher e armazenar amostras de sangue do cordão umbilical, e pelo facto de ser o único banco em Portugal com uma acreditação da AABB (Advancing Transfusion and Cellular Therapies Worldwide).

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Crioestaminal eleita “Escolha do Consumidor 2016”

A Crioestaminal, empresa pioneira em Portugal na área da criopreservação de células estaminais, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo como “Escolha do Consumidor’, na categoria de criopreservação. Com índice de satisfação de 92.4%, a Crioestaminal volta a receber o reconhecimento e confiança dos portugueses.
“Há 3 anos que os portugueses nos elegem como “Escolha do Consumidor”, uma nomeação que muito nos orgulha e que reflete o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 13 anos. A qualidade do nosso serviço tem vindo a ser reconhecida internacionalmente, sendo o único banco na Península Ibérica acreditado pela AABB – Advancing Transfusion and Cellular Therapies Worldwide com maior número de transplantes de sangue do cordão umbilical realizados. A Crioestaminal é também a empresa que mais investe em investigação em Portugal e é muito importante sermos reconhecidos por isso ”, refere André Gomes, fundador da Crioestaminal.

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Doar para investigação

As células estaminais constituem uma das mais interessantes áreas de estudo da biologia humana.

Os resultados da investigação nesta área têm-se mostrado promissores no tratamento de doenças como a diabetes, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson, entre outras.

Tendo como base o objetivo de promover a investigação nesta área, a Crioestaminal criou o Primeiro Banco Mundial de Amostras de Células Estaminais do Sangue e Tecido do Cordão Umbilical para investigação, com doações feitas pelos portugueses.

Hoje, perto de um em dez pais optam por guardar as células estaminais hematopoiéticas e mesenquimais do cordão umbilical em bancos de criopreservação para poder tratar, em caso de necessidade, mais de 80 doenças.

Os nove em dez casais que não guardam o cordão constituem um enorme potencial para impulsionar a investigação. Estas amostras que, em circunstâncias normais, seriam destruídas podem ser usadas em projetos de investigação nacionais e internacionais, contribuindo assim para o desenvolvimento de novas terapias celulares.

Desde 2005, com a criação do Departamento de Investigação e Desenvolvimento (I&D), a Crioestaminal tem desenvolvido projetos de I&D com o objetivo de aumentar o conhecimento e as aplicações terapêuticas das células que guarda.

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Cantanhede tem primeiro banco mundial de células estaminais para investigação

O primeiro banco mundial de células estaminais para investigação está instalado no Biocant Park em Cantanhede, distrito de Coimbra, nas instalações da empresa Crioestaminal.

O jornal Observador publicou uma reportagem sobre o nosso banco de investigação.

André Gomes, Director Geral da Crioestaminal prestou algumas declarações sobre este assunto: “Temos um banco que é uma novidade a nível mundial, um banco para investigação. As pessoas podem doar a amostra de sangue do cordão umbilical, sem qualquer custo, para serem usadas em projetos de investigação”.
André Gomes disse ainda que o banco da Crioestaminal – empresa que está representada em Portugal mas também Espanha e Itália – servirá projetos de investigação nacionais mas também internacionais.
“Este tipo de células estaminais, pelo valor que tem, não deve ser desperdiçado e hoje em dia uma grande percentagem de amostras não é recolhida. Se a pessoa não quiser guardar para uso próprio, num banco familiar ou num banco público, que doe para investigação porque terá uma utilidade e a beneficiar toda a população através da investigação”, apelou.
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Crioestaminal é empregador de sonho para jovens talentos

O que os estudantes portugueses mais valorizam é um empregador que lhes permita uma boa conciliação entre a vida profissional e familiar e boas hipóteses de chegarem rapidamente à liderança de equipas ou unidades de negócio. As conclusões são da consultora Universum.

A Universum, a consultora que anualmente divulga a lista dos empregadores mais atrativos da Europa, em várias áreas de atividade, revelou o seu ranking anual.

Segundo João Araújo, country manager da Universum em Portugal e na Irlanda, “Portugal é o único país onde os jovens valorizam empresas que possam constituir boas referências para a carreira futura”, ou seja, empresas cujo prestígio no mercado possa servir de selo de garantia e os coloque em vantagem em futuros processos de candidatura.” O líder da Universum realça ainda que os jovens portugueses são diferentes dos europeus nas suas prioridades de carreira e no que valorizam nos empregadores.

A Crioestaminal ficou em 2º lugar no ranking das empresas de Saúde e Ciência, logo a seguir à Bayer, que ficou em 1ºlugar.

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“Exportadores de Ciência” – Células que curam

Mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de feridas crónicas, lesões cutâneas de longa duração que demoram mais de seis semanas a curar e que em 70% dos casos não respondem a tratamentos convencionais.

É para este público que trabalham os investigadores da Exogenus Therapeutics, “um projecto empresarial na área da biotecnologia que se dedica ao desenvolvimento pré-clinico e clínico de terapias inovadoras de base celular”. Esta empresa faz produtos na área da medicina regenerativa que tratam lesões da pele a partir de células estaminais.
A investigação foi desenvolvida em colaboração com a Crioestaminal.

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Crioestaminal – projeto de investigação Exocord – novas formas de tratamento de feridas crónicas

A Crioestaminal estabeleceu uma parceria com o grupo de Terapias Baseadas em Células Estaminais e Biomateriais do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC), da Universidade de Coimbra, liderado pelo Dr. Lino Ferreira, com o objetivo de estudar o tipo de biomoléculas secretadas pelas células quando administradas no seio de feridas crónicas.

Neste estudo foi desenvolvida uma plataforma para a libertação controlada das biomoléculas para induzir o processo de regeneração da pele.

Os estudos têm sido conduzidos in vitro e em modelos animais (modelos pré-clínicos), e prevê-se que os resultados sejam publicados em breve.

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Crioestaminal aposta no desenvolvimento de novas terapias para tratamento de cancro – Projeto aDVANCe

A Crioestaminal estabeleceu uma parceria com o grupo de Glicoimunologia do CEDOC (Chronic Diseases Research Center), da Universidade Nova de Lisboa, liderado pela Dra. Paula Videira, com o objetivo de estudar DCs e a sua potencial aplicação em vacinas anticancro.

Neste projeto as células dendríticas (DCs) foram instruídas em laboratório para que possam estimular células T citotóxicas específicas contra células tumorais. A metodologia utilizada é inovadora e muito promissora, tirando partido de açúcares expressos pelas DCs para as modular, o que resulta numa ativação eficaz da resposta imunitária e melhor eliminação das células tumorais.

Os estudos têm sido conduzidos in vitro, com células humanas e de ratinho, e prevê-se que os resultados sejam publicados em breve.

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Novo transplante com células estaminais guardadas na Crioestaminal

No final de 2014, a Crioestaminal libertou mais uma amostra de sangue do cordão umbilical para tratar uma criança de 4 anos com paralisia cerebral. A infusão autóloga de sangue do cordão umbilical foi realizada pela equipa do Dr Luís Madero, no Hospital San Rafael, em Madrid.

Este caso foi o primeiro tratamento de uma criança Portuguesa com paralisia cerebral na Europa, após a Crioestaminal já ter libertado amostras de sangue do cordão umbilical de 6 crianças no âmbito de um ensaio piloto na universidade norte-americana de Duke.

Os pais, que foram acompanhados pelos responsáveis médico-científicos da Crioestaminal ao longo de todo o processo, aguardam com expectativa os resultados da infusão.

“Estamos muito contentes por ter feito a opção de guardar o sangue do cordão umbilical. Ter a possibilidade de o utilizar para melhorar a qualidade de vida da nossa filha é algo com um valor incalculável. Todo o processo no hospital em Madrid correu sem qualquer problema. Tivemos sempre o apoio da Crioestaminal, desde apoio médico-científico, antes do transplante, até ao envio da amostra e ao acompanhamento da infusão no hospital. O apoio e profissionalismo da vossa equipa foi sempre muitíssimo elevado.”

Crioestaminal inaugura o segundo maior laboratório da Europa

A pensar no futuro e para dar resposta ao seu compromisso para com as famílias e para com a investigação e desenvolvimento, a Crioestaminal acaba de aumentar o seu laboratório no Biocant – Parque de Ciência e Tecnologia de Cantanhede e torna-se assim o segundo maior laboratório da Europa, em capacidade de armazenamento. A cerimónia de inauguração conta com a presença do Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, do Secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, do Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, João Carlos Moura e do CEO da Crioestaminal, André Gomes.

O novo laboratório está assim equipado para receber e processar mais amostras, triplicando a capacidade de armazenamento. O aumento da capacidade produtiva permite explorar oportunidades em novos mercados além de Portugal e Espanha, nos quais já se encontra presente.

O novo espaço insere-se num investimento de 2 milhões de euros 2014 a 2016, com objetivo de alargar as soluções disponíveis no mercado, contempla uma nova área que poderá ser utilizada no futuro para produção de terapias celulares, e pretende contribuir de forma ativa para a evolução da ciência na área da terapia celular.

“Há 12 anos quando criámos a Crioestaminal, assumimos um compromisso público de promover as células estaminais, um setor com muitos desafios. Hoje, estamos entusiasmados com tudo o que alcançámos em Portugal. O novo laboratório cumpre essa premissa, permitirá dar resposta à crescente procura dos pais e projeta-nos para o futuro. Para 2015 queremos continuar o trabalho que temos vindo a desenvolver na área da investigação e estão previstos vários projetos. Estamos a investir em parcerias, em novos desafios e em recursos humanos, com a contratação de dez novos profissionais altamente qualificados, para dar resposta ao aumento do laboratório”, afirma André Gomes, CEO da Crioestaminal.

Criada em 2003, a Criostaminal, foi o primeiro banco familiar de criopreservação de células estaminais em Portugal. Atualmente, é o maior banco de criopreservação de células estaminais da Península Ibérica e um dos cinco mais representativos a nível europeu, com atividade em Portugal, Espanha, e cerca de 60 mil amostras armazenadas.

Recorde-se que no final de 2014, os portugueses elegeram a Crioestaminal como “Escolha do Consumidor” 2014-2015, uma nomeação que destaca a PME de Cantanhede como a marca em Portugal que mais satisfaz os portugueses. A Crioestaminal obteve o mais elevado nível de satisfação – com uma pontuação de 93% – entre as 613 marcas avaliadas por um total de 70 mil consumidores.

Tratamento com células estaminais traz esperança em casos de cegueira

Foram realizadas experiências com células estaminais com o objetivo de possibilitar o tratamento da cegueira. Robin Ali, responsável máximo por este estudo (publicado na revista científica Nature Biotechnology) considera ser possível dar início aos testes clínicos num prazo de cinco anos.

Fígado humano criado através de células estaminais

Franco desenvolvimento na área da criação de órgãos através da utilização de Células Estaminais. O futuro sucesso deste avanço da ciência poderá contribuir para o solucionamento dos problemas da escassez de doadores e da espera de transplantes.

Células Estaminais: investigação resulta em 5 patentes em 2 anos

A investigação em Células Estaminais realizada no Parque Tecnológico Biocant em Cantanhede, resultou em alguns avanços para aplicações clínicas e novos fármacos com células capazes de regenerar tecidos e órgãos. A Crioestaminal é parceira de algumas destas empresas.

Crioestaminal investe 1,6 milhões em expansão do laboratório

O investimento anunciado neste artigo do jornal Expresso é mais um marco na história da Crioestaminal e vai resultar na expansão do nosso laboratório, tornando-o no segundo maior banco de células estaminais da Europa. Além disso, vai preparar o laboratório para a criopreservação de outras fontes de células estaminais e permitir o desenvolvimento de novas terapias celulares.

Neste mesmo artigo, a Crioestaminal é apresentada como empresa líder de mercado que visa contribuir para o desenvolvimento de uma área da medicina com um potencial de crescimento imenso.

Criados vasos sanguíneos que funcionaram durante nove meses

Técnica criada em 2006 serve para fabricar vasos sanguíneos (formados a partir de células humanas), que funcionaram durante nove meses no cérebro de ratinhos.

Este é um forte input para a medicina regenerativa e para o tratamento de doenças cardiovasculares.

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