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  • AS CÉLULAS ESTAMINAIS SALVAM MAIS UMA VIDA
    COM TRATAMENTO INOVADOR EM PORTUGAL

    Criança de 4 anos com anemia aplástica grave tratada
    com o seu próprio sangue do cordão umbilical

  • COVID-19:

    Medidas de prevenção e contenção da Crioestaminal

O cordão umbilical

Conheça esta fonte rica em células estaminais e as suas propriedades.

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Primeiro Banco Familiar e de Investigação em Portugal.

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Casos de sucesso

Conheça alguns dos transplantes realizados, em Portugal e no Mundo, a partir de células estaminais do cordão umbilical.

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Crioestaminal

Um banco único em Portugal


  • Experiência e Solidez

    O primeiro Banco Familiar em Portugal, integra o maior Grupo Europeu de células estaminais, o Grupo Famicord, que conta com mais de 450.000 amostras de células estaminais criopreservadas.


  • Qualidade Reconhecida

    Único laboratório em Portugal com uma acreditação internacional para o processamento do sangue e do tecido do cordão umbilical, o que lhe garante a maior qualidade e segurança ao longo dos 25 anos de criopreservação.


  • Mais do que um banco de criopreservação

    Primeiro banco de doação para investigação e desenvolvimento.


  • Crioestaminal a escolha dos consumidores portugueses

    A Crioestaminal, vence prémio Escolha do Consumidor, pelo oitavo ano consecutivo, na categoria de criopreservação.

Soluções à medida da sua família

Conheça as nossas soluções de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical e encontre a opção ideal para a sua família.Ver Soluções e Preços

Um momento decisivo

O parto é o único momento em que pode ser feita a colheita de células estaminais do cordão umbilical. Se optar por não guardar as células estaminais do cordão umbilical, este será descartado no hospital e as células serão perdidas.

 

 

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investigação crioestaminal

  • 4 patentes registadas sendo a primeira empresa nacional a deter patentes para tratamentos com base em células estaminais.
  • Investimento de cerca de 10% em investigação no setor.
  • Parcerias com instituições de vanguarda do setor científico nacional.

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    Crioestaminal-Premios_Cinco_Estrelas_Esolha_Do_Consumidor_2021

    Em 2021 a Crioestaminal é distinguida com os Prémios Cinco Estrelas e Escolha do Consumidor

    • A Crioestaminal foi eleita marca líder pelos consumidores portugueses na categoria de Criopreservação, do Prémio Cinco Estrelas.
    • Condições e longevidade da preservação, confiança na marca e inovação foram os principais critérios onde o Laboratório de Criopreservação alcançou a liderança no Prémio Escolha do Consumidor.

     

    A Crioestaminal alcançou a liderança na categoria da Criopreservação no Prémio Cinco Estrelas 2021 e foi eleita pelos consumidores portugueses como a marca n.º 1 na Escolha do Consumidor, pelo 8.º ano consecutivo.

     

    Crioestaminal-Premios_Cinco_Estrelas_Esolha_Do_Consumidor_2021

    O laboratório pioneiro na criopreservação de células estaminais em Portugal,  soma uma satisfação global de 77,5% junto dos consumidores e lidera todos os critérios de avaliação do Prémio Cinco Estrelas, destacando-se pela “confiança na marca” e pela “inovação”, no que diz respeito à segurança, à acreditação internacional e à investigação e desenvolvimento de tratamentos inovadores com células estaminais.

     

    Já na Escolha do Consumidor 2021, os portugueses atribuem uma pontuação de 87,89% quanto ao nível de “satisfação” e uma pontuação de 86,75% relativo à “recomendação”, elegendo a Crioestaminal como a melhor marca, no que diz respeito às condições e longevidade de preservação, segurança transmitida, fiabilidade, explicação dos procedimentos e acesso a tecnologias mais avançadas.

     

    Segundo André Gomes, Diretor Geral da Crioestaminal, “Estas duas distinções são o resultado do reconhecimento, por parte dos consumidores portugueses, da qualidade e excelência dos 17 anos de experiência da Crioestaminal em Portugal, não só a cuidar do futuro das famílias, com a preservação das células estaminais do cordão umbilical para o tratamento de doenças, mas também na promoção da acessibilidade a tratamentos inovadores com células estaminais, como é o exemplo do mais recente medicamento destinado a doentes com pneumonias graves decorrentes de infeção pela COVID 19.”

     

    O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação, as principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Utiliza a metodologia mais completa e rigorosa do mercado, aplicando diferentes técnicas de recolha de informação, de acordo com os diferentes produtos e serviços e com o perfil do seu público-alvo.

     

    A Escolha do Consumidor é, por sua vez, o sistema de avaliação de marcas n.º1 em Portugal. Avalia o nível de satisfação e aceitabilidade das marcas pelos seus atributos individuais, com a garantia de que estas são avaliadas, sempre, por consumidores com experiência corrente de consumo e de acordo com os seus critérios específicos de satisfação.

     

     
    MEDICAMENTO EXPERIMENTAL PARA COVID-19, À BASE DE CÉLULAS ESTAMINAIS, ESTÁ PRONTO A USAR (2)

    Empresas do Biocant Park desenvolvem projetos em tempo record para responder à pandemia da Covid-19

    Desde o início da pandemia da COVID-19 que as empresas de biotecnologia sediadas no Biocant Park, em Cantanhede, se envolveram e apostaram na criação de soluções inovadoras nas áreas de diagnóstico, tratamento e prevenção, baseadas na experiência, prática e conhecimento das suas equipas de investigadores.

     

    Um medicamento à base em células estaminais para tratar doentes graves com COVID-19, uma infraestrutura que permite a execução em escala de testes de diagnóstico à COVID-19, uma vacina por inalação, e o projeto ArCovid19, que passa pelo desenvolvimento de uma metodologia para deteção da presença de SARS-CoV-2 em amostras de ar, são alguns dos projetos desenvolvidos pelas empresas e laboratórios sediados neste parque tecnológico.

     

    A Crioestaminal, laboratório líder em células estaminais  em Portugal e um dos maiores da Europa, desenvolveu um medicamento experimental à base de células estaminais do tecido do cordão umbilical expandidas para tratar doentes graves com COVID-19. O medicamento experimental, já disponível para utilização hospitalar, foi desenvolvido na recente unidade de produção de medicamentos de terapia celular da Crioestaminal, num investimento de cerca de 1 milhão de euros. De acordo com André Gomes, diretor geral da Crioestaminal, a empresa “está em condições de produzir cerca de duas dezenas de doses por semana, com a possibilidade de expandir a produção, se necessário”.

     

    Num investimento superior a 35 mil euros e com uma equipa de cinco profissionais, a HeartGenetics, em parceria com o Biocant Park, desenvolveu uma infraestrutura para a execução em escala de testes de diagnóstico à COVID-19. O projeto COVID-LAB ficou operacional em maio, “altura em que havia escassez de testes de diagnóstico em Portugal, e após aprovação de utilização desta tecnologia de diagnóstico pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)”, recorda Ana Teresa Freitas, CEO da HeartGenetics.

     

    Utilizando uma sala limpa disponibilizada pelo Biocant para a manipulação de amostras em elevada segurança, esta tecnologia de genotipagem permitiu a realização de 800 testes por dia.

     

    Outro dos projetos em desenvolvimento é o de uma vacina para a SARS-COV-2 pela Immunethep, “motivada pelo desenvolvimento de uma solução nacional que permita vacinar e proteger os portugueses o quanto antes”, refere Bruno Santos, CEO da empresa. Esta empresa utilizou a experiência que detém na área da imunoterapia para levar a cabo o desenvolvimento desta vacina, administrada por inalação, e que se encontra agora em fase de ensaios com animais, numa parceria com o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S), no Porto.

     

    ArCovid19 é o nome que o Laboratório de Microbiologia, a unidade especializada em microbiologia do Biocant – Associação de Transferência de Tecnologia, deu à metodologia inovadora e única em Portugal que permite detetar a presença de SARS-CoV-2 em amostras de ar. Segundo Joana Branco, administradora do Biocant, esta metodologia “pode funcionar em ambientes críticos como Unidades de Cuidados Intensivos, Cuidados Continuados, Lares de Idosos e serviços hospitalares diversos, por forma a detetar precocemente a presença do vírus e, assim, prevenir novas cadeias de transmissão”. A empresa prevê que, num segundo momento, seja possível aplicar a tecnologia desenvolvida noutros espaços como transportes públicos e aviões ou centros comerciais, espaços onde a propagação do SARS-CoV-2 é elevada.   

     

     

     

    Crioestaminal assinala Dia Mundial do Sangue do Cordão Umbilical com open day virtual

    No próximo dia 17 de novembro assinala-se o Dia Mundial do Sangue do Cordão Umbilical (World Cord Blood Day, em inglês). A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, realiza um Open Day virtual focado na importância de guardar as células estaminais do sangue do cordão umbilical, utilizadas atualmente no tratamento de mais de 80 doenças e em centenas de ensaios clínicos.

    Com início pelas 10h, o Open Day acontece na página oficial de Facebook da Crioestaminal, com cinco diretos ao longo do dia, para uma imersão quase presencial no mundo das células estaminais, dando a quem assiste a possibilidade de poder observar tudo que acontece no laboratório onde são guardadas todas as amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical.

    Programa completo:

     

    • 10H00 | Boas vindas à Crioestaminal e introdução ao dia mundial do Sangue do Cordão Umbilical

    André Gomes, Fundador e Diretor Geral da Crioestaminal

    • 12H00 | Porque as Células Estaminais do cordão umbilical são tão importantes e devem ser guardadas?

    Dr.ª Alexandra Machado, Diretora Médica da Crioestaminal

    • 14H00 | Conheça o interior do laboratório da Crioestaminal

    Letícia Nunes, Técnico Superior de Laboratório

    • 17H00 | Que ensais clínicos estão a decorrer com Células Estaminais e que projetos a Crioestaminal está a desenvolver?

    Dr.ª Carla Cardoso, Diretora de I&D da Crioestaminal

    • 21H00 | Sabe porque a Crioestaminal líder em Células Estaminais em Portugal? Conheça todas as vantagens da Crioestaminal

    Joana Gomes, responsável pela Gestão de Clientes da Crioestaminal

     

     
    MEDICAMENTO EXPERIMENTAL PARA COVID-19, À BASE DE CÉLULAS ESTAMINAIS, ESTÁ PRONTO A USAR

    Disponível para utilização hospitalar medicamento português constituído por células estaminais para tratar doentes graves com COVID-19

    Medicamento experimental à base de células estaminais expandidas está concluído, primeiro lote pronto a utilizar

    A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, anuncia a conclusão do desenvolvimento do medicamento experimental (SLCTmsc02) à base de células estaminais do cordão umbilical expandidas para tratar doentes mais graves com infeção por SARS-CoV-2. A produção das primeiras doses deste medicamento, abre caminho para sua utilização como tratamento experimental em contexto hospitalar.

    O medicamento experimental é constituído por doses de 100 milhões de células estaminais mesenquimais (MSCs, na sigla inglesa) do tecido do cordão umbilical. Foram produzidas, até ao momento, as primeiras doses deste medicamento inovador, submetidas aos necessários controlos de qualidade, que permitiram a validação de todo o processo e a qualificação do mesmo como terapia experimental a ser testada em doentes com COVID-19 em condição mais grave.

    “O medicamento experimental surge como uma solução terapêutica para tratar doentes com COVID-19 em situação grave. A utilização deste tipo de células está já a ser testada noutros países com resultados muito promissores. Não podíamos deixar de tentar desenvolver este tipo de terapia em Portugal”, refere André Gomes diretor geral da Crioestaminal.

    “Este medicamento experimental foi desenvolvido, em tempo record, na nova unidade de produção de medicamentos de terapia celular da Crioestaminal e é resultado do esforço e dedicação da nossa equipa de técnicos e investigadores altamente qualificados, ao longo dos últimos meses. Estamos neste momento em condições de produzir cerca de 2 dezenas de doses por semana, com a possibilidade de expandir a produção, se necessário.”, acrescenta.

    A utilização deste tipo de células para tratar doentes com pneumonias graves associadas à COVID-19 tem vindo a ser testada na China, EUA e alguns países europeus, estando em curso mais de 20 ensaios clínicos para estudar de forma alargada a segurança e eficácias desta terapia.

    Resultados de estudos clínicos recentes revelaram uma reversão notável dos sintomas, com melhoria significativa da função pulmonar e de outros sintomas dos doentes em estado mais grave, com redução do tempo de internamento em cuidados intensivos. Apesar de estes estudos terem sido conduzidos num número ainda restrito de doentes, os resultados favoráveis obtidos sugerem que as MSCs do tecido do cordão umbilical podem constituir uma nova estratégia terapêutica para o tratamento desta doença.

    Este medicamento experimental tem ainda outras aplicações na área da regulação do sistema imunitário, nomeadamente no tratamento de doentes transplantados com medula óssea que desenvolvam uma forma grave da doença do enxerto contra o hospedeiro. Neste contexto, o uso do SLCTmsc02, no âmbito de isenção hospitalar, foi já autorizado pelo INFARMED para aplicação clínica no IPO de Lisboa.

    A nova unidade de produção da Crioestaminal, inaugurada já este ano, no Biocant Park, em Cantanhede, veio permitir não só a produção deste medicamento experimental, como outros para ensaios clínicos e terapias experimentais em diversas áreas da Medicina, com a possibilidade de integração em consórcios internacionais na área das terapias celulares. A unidade de produção de medicamentos de terapia celular é composta por três salas que cumprem os padrões exigidos pela norma ISO 14644 e pela diretiva GMP – Good Manufacturing Practice, e permite a produção, preparação e manuseamento de produtos médicos ou biotecnológicos para uso humano. O projeto, que representa um investimento de 1 milhão de euros e pretende ser referência na Europa, tem como objetivo a produção deste tipo de medicamentos e a exploração do potencial terapêutico das células estaminais, quer das células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical, em doenças autoimunes, quer das células do sangue do cordão umbilical na área da pediatria do desenvolvimento.

    MEDICAMENTO EXPERIMENTAL PARA COVID-19, À BASE DE CÉLULAS ESTAMINAIS, ESTÁ PRONTO A USAR

    Sobre as MSCs:

    As MSCs têm sido amplamente testadas em terapia celular para o tratamento de várias doenças (Fan et al., 2020). A segurança e eficácia da sua administração têm sido claramente documentadas em muitos ensaios clínicos (Lalu et al., 2012), especialmente em doenças inflamatórias com envolvimento do sistema imunitário, como a Doença do Enxerto contra o Hospedeiro (Hashmi et al., 2016) e o Lúpus Eritematoso Sistémico (Kamen et al., 2018). Admite-se que as MSCs desempenhem o seu papel principalmente de duas maneiras: através da capacidade de diferenciação e de efeitos imunomoduladores (Galipeau & Sensebe, 2018). A capacidade de diferenciação poderá permitir reparar tecidos lesados, enquanto o seu efeito imunomodulador, que advém do facto de as MSCs serem capazes de libertar moléculas anti‑inflamatórias ou interagir diretamente com células do sistema imunitário, pode levar à regulação da atividade deste sistema. Para além disso, os efeitos imunomoduladores das MSCs são ainda desencadeados pela ativação de um recetor destas células (TLR, de Toll-Like-Receptor), que é estimulado por moléculas associadas a agentes patogénicos, como vírus de RNA de cadeia dupla, como o SARS-COV-2 (Waterman et al., 2010; Li et al., 2012).

    O tecido do cordão umbilical constitui uma das melhores fontes de MSCs. Este pode obter‑se através de um procedimento de colheita simples, indolor e inócuo e as células dele isoladas, por serem muito jovens e imaturas, são capazes de se multiplicar mais rapidamente do que MSCs de outros tecidos (Ding et al., 2015). Para além disso, a capacidade imunomoduladora das MSCs do tecido do cordão umbilical tem sido demonstrada e documentada em vários estudos baseados na aplicação destas células em humanos (Can et al., 2017).

     
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