• Primeiro e maior banco
    de criopreservação em Portugal

    E também o único laboratório acreditado pela Associação Americana de Bancos
    de Sangue(AABB), garantindo a maior qualidade no processamento das células
    estaminais e uma maior segurança que poderão ser usadas
    em todas as geografias.

  • Mais de 100.000 famílias já nos
    confiaram as suas células estaminais

    Conheça os momentos marcantes dos 15 anos de experiência
    e qualidade da Crioestaminal.

  • Conheça os casos de utilização de
    células estaminais da crioestaminal

    A Crioestaminal já contribuiu para 17 transplantes em 12 crianças, sendo o banco com mais experiência neste âmbito em Portugal.

  • A Crioestaminal
    celebra 16º Aniversário

    Crioestaminal comemora o seu 16º Aniversário
    com um Open Month. Venha visitar-nos inscreva-se aqui!

O cordão umbilical

Conheça esta fonte rica em células estaminais e as suas propriedades.

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O único Banco Familiar e de Investigação em Portugal.

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Casos de sucesso

Conheça alguns dos transplantes realizados, em Portugal e no Mundo, a partir de células estaminais do cordão umbilical.

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Crioestaminal

Um banco único em Portugal


  • Experiência

    O primeiro Banco Familiar em Portugal e que conta com mais de 100.000 amostras de células estaminais criopreservadas.


  • Rigor

    Único laboratório em Portugal com uma acreditação internacional, o que lhe
    garante a maior qualidade e segurança ao longo dos 25 anos de criopreservação.


  • Investigação

    Único banco de doação para investigação e desenvolvimento.


  • Crioestaminal a escolha dos consumidores portugueses

    A Crioestaminal, vence prémio Escolha do Consumidor, pelo sexto ano consecutivo, na categoria de criopreservação.

Soluções à medida da sua família

Conheça as nossas soluções de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical e encontre a opção ideal para a sua família.Ver Soluções e Preços

Um momento decisivo

O parto é o único momento em que pode ser feita a criopreservação de células estaminais do cordão. Se optar por não guardar as células estaminais do cordão umbilical, este será descartado no hospital e as células serão perdidas.

 

 

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investigação crioestaminal

  • 4 patentes registadas sendo a primeira empresa nacional a deter patentes para tratamentos com base em células estaminais.
  • Investimento superior a 2 milhões de euros em investigação no setor.
  • Parcerias com instituições de vanguarda do setor científico nacional.

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    Transplantes de Sangue do Cordão Umbilical ultrapassam os 45 Mil

    Desde o primeiro transplante de sangue do cordão umbilical, em 1988, foram já realizados mais de 45.000 transplantes com células estaminais do sangue do cordão umbilical, em crianças e adultos, para o tratamento de cerca de 80 doenças, sobretudo doenças malignas do sangue, como leucemias e linfomas, mas também imunodeficiências, anemias e doenças metabólicas.

    “O sangue do cordão umbilical estabeleceu-se, nos últimos 30 anos, como uma alternativa à medula óssea, tornando a transplantação hematopoiética acessível a um leque mais alargado de doentes”, refere Bruna Moreira, Investigadora do Departamento de I&D da Crioestaminal.

    Segundo dados da European Society for Blood and Marrow Transplantation, nos últimos anos realizaram-se, por ano, cerca de 400 transplantes hematopoiéticos com sangue do cordão umbilical na Europa. Os resultados dos transplantes de sangue do cordão umbilical são comparáveis aos obtidos com medula óssea.

    “O sangue do cordão umbilical apresenta algumas vantagens, como a facilidade de colheita, a disponibilidade imediata para transplante, a maior tolerância nos fatores de compatibilidade HLA, assim como um menor risco de desenvolver doença do enxerto contra o hospedeiro, uma complicação potencialmente fatal dos transplantes hematopoiéticos”, acrescenta a especialista.

    Estima-se que existam, atualmente, cerca de 800.000 unidades de sangue do cordão armazenadas em mais de 100 bancos públicos, destinadas a uso alogénico, e mais de 5 milhões de unidades para uso familiar, distribuídas por cerca de 200 bancos privados. Nos últimos 10 anos, o número de novas aplicações terapêuticas do sangue do cordão umbilical em estudo aumentou significativamente, tendo envolvido já mais de 800 doentes tratados no âmbito de estudos clínicos.

    Um dos avanços mais importantes na área da medicina regenerativa com sangue do cordão umbilical, nos últimos anos, foi a descoberta de que a administração de sangue do cordão umbilical a crianças com doenças do foro neurológico, como paralisia cerebral e autismo, está associada a uma redução dos sintomas, tema que continua a ser alvo de intensa investigação científica. Para além do papel do sangue do cordão umbilical no campo da transplantação hematopoiética, o seu crescente envolvimento em novas aplicações de medicina regenerativa vem reforçar a importância terapêutica desta fonte de células estaminais.

    A transplantação hematopoiética, isto é, os transplantes com células estaminais hematopoiéticas, capazes de formar um novo sistema sanguíneo e imunitário, continua a ser a única opção terapêutica curativa para muitas doenças hemato-oncológicas, como leucemias e linfomas, bem como para várias doenças metabólicas, imunodeficiências e hemoglobinopatias. Desde o primeiro transplante hematopoiético, em 1957, o número de transplantes tem vindo a aumentar, ascendendo já a mais de 1 milhão. Os transplantes autólogos (doente recebe as suas próprias células) são os que têm registado um crescimento mais acentuado, representando 60% dos mais de 45.000 transplantes realizados na Europa em 2017. Linfomas, tumores sólidos e doenças autoimunes são frequentemente tratadas com recurso a transplantes autólogos, enquanto os transplantes alogénicos (células provêm de um dador compatível), são mais utilizados em casos de leucemia, anemia e imunodeficiências. Dados recentes revelam que a transplantação hematopoiética é opção de tratamento para cerca de 70.000 doentes por ano.

    Referências

    Wagner JE. Blood Res.2019 Mar;54(1):7-9.

    http://www.nationalcordbloodprogram.org/patients/ncbp_diseases.pdf

    Berglund S, et al. Expert Opin Biol Ther.2017 Jun;17(6):691-699.

    Passweg JR, et al. Bone Marrow Transplant.2018 Sep;53(9):1139-1148.

    Passweg JR, et al. Bone Marrow Transplant.2019 Feb 6. doi: 10.1038/s41409-019-0465-9.

    Brown KS, et al. The Future State of Newborn Stem Cell Banking. J Clin Med.2019 Jan 18;8(1). pii: E117.

    7.https://parentsguidecordblood.org/en/news/worlds-top-10-cord-blood-banks-inventory-and-industry-consolidation

    Rizk M, et al. Biol Blood Marrow Transplant.2017 Oct;23(10):1607-1613.

    Sun JM, et al. Stem Cells Transl Med.2017 Dec;6(12):2071-2078.

    Dawson G, et al. Stem Cells Transl Med.2017 May;6(5):1332-1339.

    Gratwohl A, et al. Lancet Haematol.2015 Mar;2(3):e91-10

    Apperley J, et al. Biol Blood Marrow Transplant.2016 Jan;22(1):23-6.

     

    Novo tratamento com sucesso de uma criança com paralisia cerebral

    O caso de Ashton, que depois de 5 anos de mobilidade muito limitada, foi tratado com células estaminais e voltou a andar.

    Às 6 semanas de vida, Ashton sofreu uma paragem cardíaca, ficando o seu cérebro privado de oxigénio durante alguns minutos até os médicos o conseguirem voltar a reanimar. Esta privação total de oxigénio deixou Ashton com paralisia cerebral. Cresceu com grandes limitações locomotoras e cognitivas. Aos 5 anos, os pais de Ashton receberam informações relativas a um estudo com crianças com paralisia cerebral, onde o sangue do cordão umbilical estava a ser testado para tratamento desta patologia. Uma vez que tinham guardado as células estaminais do sangue do cordão umbilical num banco privado, aquando do seu nascimento, os pais de Ashton decidiram tentar esse tratamento inovador. Ashton recebeu uma infusão com as suas células estaminais, num procedimento simples, que demorou cerca de 20 minutos. Ao fim de 5 meses, Ashton já conseguia andar sem ajuda e expressar vontades e necessidades. Ashton deixou de necessitar de se deslocar em cadeira de rodas, e hoje anda, pratica desporto e brinca. Leia a noticia completa (em Inglês) AQUI!

     

    Especialista mundial em novas aplicações do sangue do Cordão Umbilical pela primeira vez em Portugal

    Joanne Kurtzberg, hemato-oncologista pediátrica e pioneira na utilização de células estaminais do sangue do cordão umbilical em Medicina Regenerativa, estará pela primeira vez em Portugal, no dia 13 de abril, como oradora num simpósio integrado na Reunião da Primavera da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal (SPOMMF).

    Intitulado “Extending Cord Blood to Regenerative Therapies for the Brain”, o simpósio focar-se-á sobretudo na evolução da transplantação do sangue do cordão umbilical, na eficácia demonstrada pelas células do sangue do cordão umbilical no tratamento de doenças do foro sanguíneo, bem como em aplicações inovadoras em crianças com paralisia cerebral e doenças do espectro do autismo, as suas áreas de especialidade, tendo já várias crianças portuguesas integrado este estudo.

    Desde o primeiro transplante realizado há 30 anos, muito tem sido o trabalho desenvolvido por Joanne Kurtzberg na aplicação de células estaminais do cordão umbilical sobretudo em crianças, tendo já realizado milhares de tratamentos com estas células. Na sua vinda a Portugal, partilhará detalhes sobre a sua investigação e o avanço do sangue do cordão umbilical nas últimas duas décadas, sendo hoje utilizado no tratamento de mais 80 doenças num total de mais de 40.000 transplantes realizados.

    A Dr.ª Joanne Kurtzberg foi pioneira no uso do sangue do cordão umbilical em transplantação hematopoiética como alternativa aos transplantes de Medula Óssea.

    Em 1988, a Dr.ª Joanne Kurtzberg, pediatra que acompanhava Mathew Farrow, participou na equipa que realizou o primeiro transplante com células estaminais provenientes do cordão umbilical, em França. O tratamento salvou uma criança norte-americana de 5 anos, Matthew, com anemia de Fanconi, uma doença do sangue rara e fatal. Após tratamento de quimioterapia, Matthew recebeu as células do sangue do cordão umbilical da sua irmã recém-nascida, com quem era compatível.

    Nas últimas décadas, Kurtzberg estabeleceu, no hospital pediátrico da Universidade de Duke, EUA, um programa de transplantação pediátrica dedicado ao tratamento de crianças com doenças do foro hemato-oncológico, imunodeficiências, hemoglobinopatias e doenças metabólicas hereditárias. Joanne Kurtzberg preside, desde 2015, à Cord Blood Association, uma organização internacional sem fins lucrativos que promove bancos públicos e privados e o uso do sangue e tecido do cordão umbilical no tratamento de doenças e terapias regenerativas. Atualmente conta com mais de 300 artigos científicos publicados.

     

    Crioestaminal vence Prémio Escolha do Consumidor pelo 6º ano consecutivo

    A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, foi distinguida pela sexta vez consecutiva, com o Prémio “Escolha do Consumidor” na categoria “Criopreservação”.

    A distinção, que diz respeito à performance da marca durante o ano de 2018, é reflexo da qualidade do serviço e acompanhamento prestados pela Crioestaminal, que alcançou uma taxa de satisfação global de 80,91%.

    “A nossa principal missão é trabalhar todos os dias para melhorar a qualidade de vida de todas as famílias que depositam em nós a confiança para guardarmos as suas células estaminais. Este prémio que temos vindo a conquistar nos últimos seis anos demonstra que o nosso objetivo está a ser alcançado e isso é algo que nos enche de orgulho”, refere André Gomes, Diretor Geral da Crioestaminal. “Continuaremos a dar prioridade às necessidades dos nossos clientes, assim como a contribuir para a evolução da terapias celulares”,conclui.

    O Prémio “Escolha do Consumidor” 2019 foi atribuído com base num estudo de opinião a 3.750 consumidores, com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos, realizado pela More Results. Na categoria “Criopreservação” foram analisados três players do setor, e a Crioestaminal é vencedora nos seguintes parâmetros: qualidade do produto; inovação; clareza e transparência na informação transmitida; credibilidade; condições de preservação; fiabilidade; condições e duração da criopreservação; conhecimentos científicos; atendimento especializado e estudos médicos.

     
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