Células estaminais do tecido do cordão umbilical diminuem lesão neurológica em paralisia cerebral

A paralisia cerebral resulta de uma lesão neurológica que acontece geralmente durante a gestação ou na altura do nascimento e está associada a um amplo conjunto de sintomas, desde limitações físicas praticamente impercetíveis até alterações profundas a nível cognitivo. Atualmente a paralisia cerebral afeta cerca de dois a três em cada 1.000 recém‑nascidos, não existindo ainda uma solução eficaz para o seu tratamento. Os resultados de vários trabalhos de investigação divulgados nos últimos anos sugerem que a utilização de células estaminais pode vir a constituir uma opção de tratamento para atenuar os sintomas da paralisia cerebral. Para além do sangue do cordão umbilical, que tem demonstrado resultados promissores em ensaios clínicos, com dezenas de crianças com paralisia cerebral já infundidas, também o tecido do cordão … Continuar a ler

Células estaminais do sangue do cordão umbilical com potencial para o tratamento da doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, afetando milhões de indivíduos em todo o mundo. A prevalência desta doença está a aumentar consideravelmente acreditando-se que poderá afetar mais de 100 milhões de pessoas em 2050. É uma doença neurodegenerativa (em que ocorre morte de neurónios) que provoca a perda progressiva e irreversível de várias funções cognitivas (memória, atenção, linguagem, entre outras), dificultando a realização das atividades diárias da pessoa afetada, e para a qual não existe cura. Alguns estudos prévios em modelos animais de doença de Alzheimer demonstraram que as células estaminais de sangue do cordão umbilical (SCU) podem reverter os sintomas da doença, melhorando a capacidade cognitiva desses animais. No entanto é fundamental compreender como estas células atuam, verificando se … Continuar a ler