Terapia com células estaminais poderá ajudar doentes em risco de amputação

A doença arterial periférica é causada pelo estreitamento das artérias que irrigam o corpo, na maioria das vezes pela acumulação de placas de gordura nas paredes dos vasos (aterosclerose), caracterizando-se pelo aporte insuficiente de oxigénio aos membros afetados. Tem como principal sintoma dor nas pernas ao caminhar, que alivia com o repouso. Estima-se uma prevalência de 3-10%, com um aumento significativo para 15-20% na população com mais de 70 anos. A progressão desta doença pode levar à isquémia crítica dos membros, uma condição muito grave, em que a irrigação sanguínea está seriamente comprometida. Os doentes apresentam dor mesmo em repouso e feridas que não cicatrizam, podendo levar a consequências devastadoras, como a amputação dos membros afetados. A abordagem terapêutica inicial inclui o controlo dos fatores … Continuar a ler

Células do Sangue do Cordão Umbilical promovem revascularização em modelo de Doença Arterial Periférica

As doenças cardiovasculares continuam a ser uma das principais causas de morte, tanto nos EUA como em Portugal, com custos associados a rondar os 300 biliões de dólares só nos EUA. Esta área tem sido, por isso, alvo de intensa investigação científica, com o intuito de desenvolver novas terapias regenerativas para as várias doenças cardiovasculares. A doença arterial periférica (DAP) é uma doença cardiovascular que se caracteriza pela obstrução das artérias, geralmente dos membros inferiores, conduzindo a um deficiente fornecimento de oxigénio às células e eventual morte celular. A DAP pode causar dor e, nos casos mais severos, feridas ou mesmo gangrena, podendo levar à amputação de membros. O desenvolvimento de novas terapias celulares para melhorar a circulação sanguínea em doentes com DAP severa tem … Continuar a ler