Sangue do cordão umbilical aumenta a conectividade cerebral em crianças autistas

As Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) englobam uma gama de transtornos do desenvolvimento infantil caracterizadas por déficits na comunicação e interação social e pela presença de interesses restritos e comportamentos repetitivos. Desde os anos 90, a incidência de autismo tem vindo a aumentar em todo o mundo, atingindo atualmente cerca de 60 em cada 10.000 crianças, com predomínio no sexo masculino. Em Portugal, estima-se que o autismo afete cerca de 1 em cada 1.000 crianças em idade escolar. A abordagem terapêutica atualmente usada para tratar PEA inclui terapia ocupacional, comportamental e da fala, bem como medicação destinada a controlar os sintomas associados. As PEA resultam de alterações no normal desenvolvimento cerebral e, embora se desconheçam os mecanismos exatos que levam ao seu aparecimento, vários … Continuar a ler

Sangue do cordão umbilical autólogo no tratamento do autismo

Atualmente, as Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) afetam cerca de 60 em cada 10.000 crianças em todo o mundo e incluem um conjunto heterogéneo de disfunções de ordem neurológica, caracterizadas por alterações no normal desenvolvimento da criança, nomeadamente ao nível da comunicação, linguagem, comportamento e interação social. Pensa-se que os sintomas das PEA possam estar associados a uma falha na comunicação integrativa entre várias áreas do cérebro e o seu aparecimento se deve à conjugação de uma multiplicidade de fatores, relacionados com predisposição genética, exposição a determinados estímulos ambientais e desregulação imunológica. A incidência das PEA tem vindo a aumentar ao longo das últimas décadas e estima-se que, em Portugal, o autismo afete cerca de 1 em cada 1.000 crianças em idade escolar. Apesar … Continuar a ler

Autorizado tratamento da Paralisia Cerebral e Autismo com Sangue do Cordão Umbilical nos EUA

O centro médico da Universidade de Duke, nos EUA, recebeu recentemente autorização da Food and Drug Administration (FDA) para tratar crianças diagnosticadas com várias doenças neurológicas utilizando sangue do cordão umbilical autólogo (do próprio) ou de um irmão compatível. Esta autorização surge no seguimento de vários ensaios clínicos realizados na Universidade de Duke, que demonstraram que o tratamento com sangue do cordão umbilical é seguro e pode ter efeitos benéficos em crianças com vários tipos de doenças neurológicas, como paralisia cerebral, Perturbações do Espetro do Autismo, hidrocefalia, apraxia da fala e situações de lesão cerebral por anóxia ou hipóxia-isquémia, resultantes de um deficiente fornecimento de oxigénio ao cérebro. Na tentativa de encontrar uma solução terapêutica para estes doentes, investigadores da Universidade de Duke têm trabalhado … Continuar a ler