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Blogue de Células Estaminais

Se procura uma opinião especializada e transparente sobre
as células estaminais, agora poderá seguir aqui o blogue da
Dra. Alexandra Machado, uma das mais conceituadas
especialistas em criopreservação de células estaminais
em Portugal.

Sangue do cordão umbilical expandido em laboratório aplicado em crianças com anemia falciforme

A anemia falciforme é uma doença hereditária que afeta os glóbulos vermelhos (que, em vez da forma característica de disco bicôncavo, têm forma de foice) e conduz a múltiplos problemas de saúde, crises dolorosas e mortalidade precoce. Todos os anos, aproximadamente 300.000 crianças nascem com anemia falciforme, em todo o mundo. Embora na Europa e nos EUA a incidência desta doença tenha vindo a aumentar, continua a ser mais prevalente em países africanos e na Índia. As opções terapêuticas habitualmente utilizadas para tratar doentes com anemia falciforme, nomeadamente durante os episódios de exacerbação da doença, não têm como objetivo a cura, tratando-se, antes, de tratamentos de suporte, que recorrem, por exemplo, a transfusões sanguíneas e analgésicos. O único tratamento consensual capaz de curar a anemia … Continuar a ler

Células estaminais do cordão umbilical permitem melhorar visão de doentes com doença ocular

A neuropatia ótica refere-se a um conjunto de doenças decorrentes de lesão do nervo ótico – estrutura que transporta a informação visual captada pelo olho até ao cérebro. A neuropatia ótica manifesta-se com graus variáveis de disfunção visual e pode dever-se quer a causas hereditárias, quer a outros fatores, como traumatismos, infeções e doenças, como o glaucoma. A progressão da neuropatia ótica conduz à atrofia ótica, com morte das células do nervo ótico e perda irreversível de visão, uma vez que estas células não possuem capacidade para se regenerarem. No âmbito da medicina regenerativa, a terapia com células estaminais mesenquimais é atualmente considerada uma estratégia promissora para o tratamento de doenças que afetam o nervo ótico. Estas células libertam fatores de crescimento capazes de promover … Continuar a ler

Células do tecido adiposo permitem melhorar a qualidade de vida de doentes com osteoartrite do joelho

A osteoartrite, ou osteoartrose, do joelho resulta da degeneração da cartilagem articular e provoca dor, rigidez e limitação da função da articulação, sendo uma das principais causas de incapacidade em adultos. As injeções de ácido hialurónico e corticosteroides representam opções de tratamento eficazes, mas com eficácia transitória, em estádios precoces de degeneração da cartilagem do joelho, sendo frequente, em estádios mais avançados, a utilização da opção cirúrgica de artroplastia do joelho, que consiste na colocação de uma prótese metálica. Uma alternativa inovadora, que tem vindo a suscitar interesse crescente nos últimos anos, é a injeção de células estaminais, nomeadamente do tecido adiposo, na cartilagem afetada. O tecido adiposo (gordura existente no nosso corpo) é rico em células estaminais mesenquimais, cujas propriedades, nomeadamente regenerativas e anti-inflamatórias, … Continuar a ler

Ensaio clínico mostra benefícios da administração de células do cordão umbilical a doentes com COVID-19

Apesar dos enormes esforços de investigação realizados ao longo de 2020, as opções de tratamento para os doentes com COVID-19 continuam, ainda, a ser muito limitadas. Embora haja uma grande percentagem de doentes a reportar apenas sintomas ligeiros, outros apresentam uma forma grave da doença, que se pensa estar associada a uma hiperativação do sistema imunitário, em resposta à infeção viral. Frequentemente, estes doentes desenvolvem síndrome da dificuldade respiratória aguda, também designada por ARDS (do inglês, Acute Respiratory Distress Syndrome), com agravamento do prognóstico. Tendo em conta que a taxa de mortalidade de doentes com COVID-19 que desenvolvem ARDS é de cerca de 52%, é urgente encontrar soluções capazes de controlar a resposta imunitária e promover a recuperação destes doentes. Um dos tratamentos que têm … Continuar a ler

Terapia com células estaminais com potencial para ajudar a tratar a doença de Parkinson

A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum, estimando-se que afete 180 por cada 100.000 habitantes em Portugal. Surge geralmente entre os 50 e os 80 anos de idade e caracteriza-se pela morte de neurónios de uma região do cérebro designada substantia nigra. Os sintomas, que incluem tremores, rigidez, lentidão, desequilíbrio e distúrbios do sono, conduzem progressivamente à perda da qualidade de vida dos doentes. A medicação atualmente utilizada para tratar esta doença neurodegenerativa crónica destina-se essencialmente ao alívio dos sintomas, não permitindo travar a progressão da doença. Com o intuito de impedir a morte de neurónios e, consequentemente, a progressão da doença, têm vindo a ser investigadas outras soluções terapêuticas, nomeadamente o uso de células estaminais mesenquimais, pela sua capacidade de … Continuar a ler

Injeção de células estaminais permite recuperação de doentes com lesões na espinal medula

As lesões na espinal medula podem ter consequências devastadoras, como a perda total ou parcial de sensação e movimento abaixo do local da lesão. Outros problemas, como perda de controlo dos esfíncteres, também constituem um enorme desafio, tanto para os doentes, como para os seus cuidadores. Nos últimos anos, a terapia com células estaminais tem vindo a ser considerada como uma opção terapêutica com grande potencial para ajudar na reabilitação de doentes com lesões medulares. Em particular, as células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical têm suscitado grande interesse na comunidade científica, pela facilidade de obtenção, rápida proliferação, ação anti-inflamatória e capacidade de promover a sobrevivência de outras células. Doentes com lesões medulares melhoram após tratamento com células do cordão umbilical Um estudo recentemente … Continuar a ler

Multiplicação de células do sangue do cordão umbilical em laboratório permite aumentar número de células transplantadas

Desde o primeiro transplante, em 1988, o sangue do cordão umbilical tem-se afirmado como uma importante fonte de células estaminais para transplante hematopoiético, capaz de tratar doenças hemato-oncológicas, imunodeficiências, doenças metabólicas, entre outras. O maior desafio da transplantação de sangue do cordão umbilical prende-se com o número de células de algumas unidades, que poderá ser insuficiente para tratar doentes com maior peso corporal, o que habitualmente resulta num maior tempo de recuperação hematológica. Nestes casos, uma estratégia que tem vindo a ser utilizada com sucesso nos últimos 20 anos é a transplantação de duas unidades de sangue do cordão umbilical, em vez de uma só. Outra solução que tem vindo a ser investigada é a expansão – ou multiplicação – das células do sangue do … Continuar a ler

Células estaminais estimulam função ovárica em mulheres com insuficiência ovárica prematura

A insuficiência ovárica prematura caracteriza-se pela perda de atividade dos ovários em mulheres com menos de 40 anos, ausência de menstruação e baixos níveis de estrogénio no sangue. Afeta entre 1-3% desta população feminina e representa uma causa de infertilidade. Adicionalmente, as mulheres com insuficiência ovárica prematura apresentam risco acrescido de osteoporose e doença cardiovascular, devido à exposição a baixos níveis de estrogénios, questão habitualmente contornada através de terapia hormonal de substituição. Contudo, esta terapêutica não permite recuperar a fertilidade, pelo que é importante desenvolver estratégias nesse sentido. Uma das técnicas em estudo para restaurar a atividade ovárica e a fertilidade nestas mulheres é a utilização de células estaminais mesenquimais, com resultados promissores. Vários estudos pré-clínicos indicam que as células estaminais mesenquimais apresentam várias propriedades … Continuar a ler

Bebés prematuros com doença pulmonar melhoram após tratamento com células estaminais

Do nascimento prematuro podem advir complicações a nível respiratório, que podem conduzir ao desenvolvimento de uma doença designada displasia broncopulmonar, a doença pulmonar crónica mais prevalente em bebés prematuros. O suporte respiratório com oxigénio, e a administração de corticosteroides e broncodilatadores fazem parte do conjunto de recursos atualmente disponíveis para o tratamento desta doença. A evolução dos cuidados neonatais nos últimos 50 anos tem permitido melhorar significativamente o seu tratamento, no entanto, esta doença continua a deixar sequelas que afetam a função pulmonar do indivíduo ao longo da sua vida. Recentemente, as células estaminais mesenquimais, pelas suas propriedades regenerativas, têm sido consideradas como uma opção potencialmente útil no tratamento desta doença. Em 2014, um estudo concluiu que o uso de células estaminais mesenquimais do sangue … Continuar a ler

Células estaminais do cordão umbilical promovem regeneração dos discos da coluna vertebral

A dor lombar é atualmente a principal causa de incapacidade a nível mundial, com enorme impacto social e económico. Em Portugal, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, ascende a mais de 3 milhões o número de pessoas que atualmente sofre de dor lombar ou outros problemas crónicos das costas. Uma das principais causas de dor lombar é a doença degenerativa dos discos intervertebrais, que pode levar ao aparecimento de outros problemas na coluna vertebral, como hérnias discais e osteoartrite. Os discos intervertebrais são estruturas arredondadas situadas entre as vértebras, que servem como elemento de ligação entre as mesmas, e de absorção de choques mecânicos, permitindo a flexibilidade e movimento da coluna vertebral. Uma vez que os tratamentos conservadores e cirúrgicos atualmente disponíveis … Continuar a ler

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